Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Finlândia

Renda dos 20% mais ricos na Finlândia em 2023 — 36,7%. Posição 7 no mundo, de um total de 57. Desde 1987, o indicador aumentou 3,7 p.p..

2023 36,7% −0,6 p.p. vs 2022
Posição no mundo 7de 57
Máximo do período 37,6%2007
Mínimo do período 33%1987

Evolução ao longo do tempo

1987–2023 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Finlândia, 1987–20233234363819871991199519992003200720112015201920231987: 33%1991: 33,6%1995: 34,5%2000: 36,9%2003: 37,2%2004: 37,4%2005: 37,2%2006: 37,3%2007: 37,6%2008: 37,2%2009: 36,9%2010: 37%2011: 37,1%2012: 36,7%2013: 36,6%2014: 36,4%2015: 36,7%2016: 36,6%2017: 36,9%2018: 36,8%2019: 37,1%2020: 36,7%2021: 37,1%2022: 37,3%2023: 36,7%
Variação no período: +3,7 p.p. Média anual: 0,1 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Finlândia, por ano Finlândia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 36,7 −0,6 p.p.
2022 37,3 +0,2 p.p.
2021 37,1 +0,4 p.p.
2020 36,7 −0,4 p.p.
2019 37,1 +0,3 p.p.
2018 36,8 −0,1 p.p.
2017 36,9 +0,3 p.p.
2016 36,6 −0,1 p.p.
2015 36,7 +0,3 p.p.
2014 36,4 −0,2 p.p.
2013 36,6 −0,1 p.p.
2012 36,7 −0,4 p.p.
2011 37,1 +0,1 p.p.
2010 37 +0,1 p.p.
2009 36,9 −0,3 p.p.
2008 37,2 −0,4 p.p.
2007 37,6 +0,3 p.p.
2006 37,3 +0,1 p.p.
2005 37,2 −0,2 p.p.
2004 37,4 +0,2 p.p.
2003 37,2
2000 36,9
1995 34,5
1991 33,6
1987 33

Europa do Norte, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.