Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Alemanha

Renda dos 20% mais ricos na Alemanha em 2022 — 40,9%. Posição 33 no mundo, de um total de 73. Desde 1991, o indicador aumentou 2,8 p.p..

2022 40,9% −0,2 p.p. vs 2021
Posição no mundo 33de 73
Máximo do período 41,1%2021
Mínimo do período 37,1%1997

Evolução ao longo do tempo

1991–2022 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Alemanha, 1991–20223738394041421991199519992003200720112015201920221991: 38,1%1992: 38%1993: 37,5%1994: 37,6%1995: 37,5%1996: 37,3%1997: 37,1%1998: 37,1%1999: 37,9%2000: 37,6%2001: 38,8%2002: 38,6%2003: 38,7%2004: 38,9%2005: 40,1%2006: 39,7%2007: 39,9%2008: 39,3%2009: 39%2010: 38,8%2011: 39,1%2012: 39,3%2013: 39,8%2014: 39%2015: 39,5%2016: 39,4%2017: 39,4%2018: 40%2019: 40,2%2020: 40,4%2021: 41,1%2022: 40,9%
Variação no período: +2,8 p.p. Média anual: 0,09 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Alemanha, por ano Alemanha Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 40,9 −0,2 p.p.
2021 41,1 +0,7 p.p.
2020 40,4 +0,2 p.p.
2019 40,2 +0,2 p.p.
2018 40 +0,6 p.p.
2017 39,4 +0 p.p.
2016 39,4 −0,1 p.p.
2015 39,5 +0,5 p.p.
2014 39 −0,8 p.p.
2013 39,8 +0,5 p.p.
2012 39,3 +0,2 p.p.
2011 39,1 +0,3 p.p.
2010 38,8 −0,2 p.p.
2009 39 −0,3 p.p.
2008 39,3 −0,6 p.p.
2007 39,9 +0,2 p.p.
2006 39,7 −0,4 p.p.
2005 40,1 +1,2 p.p.
2004 38,9 +0,2 p.p.
2003 38,7 +0,1 p.p.
2002 38,6 −0,2 p.p.
2001 38,8 +1,2 p.p.
2000 37,6 −0,3 p.p.
1999 37,9 +0,8 p.p.
1998 37,1 +0 p.p.
1997 37,1 −0,2 p.p.
1996 37,3 −0,2 p.p.
1995 37,5 −0,1 p.p.
1994 37,6 +0,1 p.p.
1993 37,5 −0,5 p.p.
1992 38 −0,1 p.p.
1991 38,1

Europa Ocidental, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.