Emprego vulnerável — todos os países

Emprego vulnerável — Ásia do Sul (sub-região)

Emprego vulnerável na Ásia do Sul (sub-região) em 2025 — 67,36%. Desde 1991, o indicador caiu 13,2 p.p..

2025 67,36% −0,42 p.p. vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 80,56%1991
Mínimo do período 67,36%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego vulnerável — Ásia do Sul (sub-região), 1991–2025657075808519911995199920032007201120152019202320251991: 80,56%1992: 80,38%1993: 80,24%1994: 80,03%1995: 79,84%1996: 79,59%1997: 79,15%1998: 79,1%1999: 78,85%2000: 78,59%2001: 78,44%2002: 77,96%2003: 77,83%2004: 77,72%2005: 77,27%2006: 77,04%2007: 76,79%2008: 76,74%2009: 76,42%2010: 76,17%2011: 75,04%2012: 73,9%2013: 73,46%2014: 72,97%2015: 72,36%2016: 71,68%2017: 70,89%2018: 70,26%2019: 70,03%2020: 69,98%2021: 69,45%2022: 69,08%2023: 68,28%2024: 67,78%2025: 67,36%
Variação no período: −13,2 p.p. Média anual: -0,39 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ásia do Sul (sub-região)

Ásia do Sul (sub-região) 67,36%
Mundo 42,38%
Emprego vulnerável — Ásia do Sul (sub-região), por ano Ásia do Sul (sub-região) Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 67,36 −0,42 p.p.
2024 67,78 −0,5 p.p.
2023 68,28 −0,8 p.p.
2022 69,08 −0,38 p.p.
2021 69,45 −0,53 p.p.
2020 69,98 −0,05 p.p.
2019 70,03 −0,23 p.p.
2018 70,26 −0,63 p.p.
2017 70,89 −0,79 p.p.
2016 71,68 −0,68 p.p.
2015 72,36 −0,61 p.p.
2014 72,97 −0,49 p.p.
2013 73,46 −0,44 p.p.
2012 73,9 −1,14 p.p.
2011 75,04 −1,13 p.p.
2010 76,17 −0,25 p.p.
2009 76,42 −0,32 p.p.
2008 76,74 −0,05 p.p.
2007 76,79 −0,25 p.p.
2006 77,04 −0,22 p.p.
2005 77,27 −0,46 p.p.
2004 77,72 −0,1 p.p.
2003 77,83 −0,14 p.p.
2002 77,96 −0,48 p.p.
2001 78,44 −0,14 p.p.
2000 78,59 −0,26 p.p.
1999 78,85 −0,25 p.p.
1998 79,1 −0,06 p.p.
1997 79,15 −0,43 p.p.
1996 79,59 −0,25 p.p.
1995 79,84 −0,19 p.p.
1994 80,03 −0,21 p.p.
1993 80,24 −0,14 p.p.
1992 80,38 −0,19 p.p.
1991 80,56

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria e dos trabalhadores familiares não remunerados no emprego total. A categoria foi criada pela OIT como substituta do indicador de emprego informal onde ele não é medido: esses trabalhadores em geral não têm contrato de trabalho, seguro social nem proteção contra a demissão, e a renda depende diretamente do que produzem. Nos países mais pobres essa parcela passa de três quartos dos ocupados — ou seja, o trabalho assalariado ali é mais exceção que regra.

Importante: Não é a mesma coisa que emprego informal: um assalariado sem contrato não entra nesta categoria, ainda que não esteja mais protegido. O indicador subestima a informalidade em países onde a contratação irregular é disseminada.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.