Emprego vulnerável — todos os países

Emprego vulnerável — Países de renda alta

Emprego vulnerável nos países de renda alta em 2025 — 7,92%. Desde 1991, o indicador caiu 3,49 p.p..

2025 7,92% −0,09 p.p. vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 11,49%1994
Mínimo do período 7,92%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego vulnerável — Países de renda alta, 1991–202578910111219911995199920032007201120152019202320251991: 11,41%1992: 11,47%1993: 11,46%1994: 11,49%1995: 11,43%1996: 11,35%1997: 11,34%1998: 11,14%1999: 10,95%2000: 10,73%2001: 10,61%2002: 10,39%2003: 10,34%2004: 10,25%2005: 10,08%2006: 9,86%2007: 9,62%2008: 9,36%2009: 9,4%2010: 9,4%2011: 9,34%2012: 9,3%2013: 9,24%2014: 9,19%2015: 9,04%2016: 8,95%2017: 8,75%2018: 8,66%2019: 8,59%2020: 8,66%2021: 8,52%2022: 8,27%2023: 8,12%2024: 8,01%2025: 7,92%
Variação no período: −3,49 p.p. Média anual: -0,1 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda alta

Países de renda alta 7,92%
Mundo 42,38%
Emprego vulnerável — Países de renda alta, por ano Países de renda alta Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 7,92 −0,09 p.p.
2024 8,01 −0,1 p.p.
2023 8,12 −0,15 p.p.
2022 8,27 −0,25 p.p.
2021 8,52 −0,14 p.p.
2020 8,66 +0,07 p.p.
2019 8,59 −0,07 p.p.
2018 8,66 −0,08 p.p.
2017 8,75 −0,2 p.p.
2016 8,95 −0,09 p.p.
2015 9,04 −0,15 p.p.
2014 9,19 −0,05 p.p.
2013 9,24 −0,06 p.p.
2012 9,3 −0,04 p.p.
2011 9,34 −0,07 p.p.
2010 9,4 −0 p.p.
2009 9,4 +0,04 p.p.
2008 9,36 −0,25 p.p.
2007 9,62 −0,24 p.p.
2006 9,86 −0,22 p.p.
2005 10,08 −0,17 p.p.
2004 10,25 −0,09 p.p.
2003 10,34 −0,05 p.p.
2002 10,39 −0,22 p.p.
2001 10,61 −0,12 p.p.
2000 10,73 −0,22 p.p.
1999 10,95 −0,19 p.p.
1998 11,14 −0,19 p.p.
1997 11,34 −0,01 p.p.
1996 11,35 −0,08 p.p.
1995 11,43 −0,06 p.p.
1994 11,49 +0,04 p.p.
1993 11,46 −0,02 p.p.
1992 11,47 +0,06 p.p.
1991 11,41

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria e dos trabalhadores familiares não remunerados no emprego total. A categoria foi criada pela OIT como substituta do indicador de emprego informal onde ele não é medido: esses trabalhadores em geral não têm contrato de trabalho, seguro social nem proteção contra a demissão, e a renda depende diretamente do que produzem. Nos países mais pobres essa parcela passa de três quartos dos ocupados — ou seja, o trabalho assalariado ali é mais exceção que regra.

Importante: Não é a mesma coisa que emprego informal: um assalariado sem contrato não entra nesta categoria, ainda que não esteja mais protegido. O indicador subestima a informalidade em países onde a contratação irregular é disseminada.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.