Emprego vulnerável — todos os países

Emprego vulnerável — El Salvador

Emprego vulnerável em El Salvador em 2025 — 30,82%. Posição 97 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 6,43 p.p..

2025 30,82% −0,35 p.p. vs 2024
Posição no mundo 97de 182
Máximo do período 39,29%2002
Mínimo do período 30,82%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego vulnerável — El Salvador, 1991–20253032,53537,54019911995199920032007201120152019202320251991: 37,25%1992: 37,07%1993: 36,62%1994: 39,13%1995: 38,62%1996: 39,09%1997: 38,7%1998: 38,46%1999: 38,36%2000: 38,29%2001: 38,79%2002: 39,29%2003: 37,56%2004: 36,82%2005: 38,73%2006: 36,53%2007: 37,15%2008: 37,44%2009: 37,91%2010: 37,67%2011: 37,94%2012: 37,54%2013: 37,64%2014: 35,39%2015: 36%2016: 35,98%2017: 36,36%2018: 34,31%2019: 34,61%2020: 34,92%2021: 33,11%2022: 32,07%2023: 31,51%2024: 31,17%2025: 30,82%
Variação no período: −6,43 p.p. Média anual: -0,19 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: El Salvador

El Salvador 30,82%
Mundo 42,38%
América Central calculado 27,75%
Emprego vulnerável — El Salvador, por ano El Salvador Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 30,82 −0,35 p.p.
2024 31,17 −0,34 p.p.
2023 31,51 −0,56 p.p.
2022 32,07 −1,04 p.p.
2021 33,11 −1,81 p.p.
2020 34,92 +0,31 p.p.
2019 34,61 +0,3 p.p.
2018 34,31 −2,05 p.p.
2017 36,36 +0,37 p.p.
2016 35,98 −0,02 p.p.
2015 36 +0,61 p.p.
2014 35,39 −2,25 p.p.
2013 37,64 +0,1 p.p.
2012 37,54 −0,39 p.p.
2011 37,94 +0,26 p.p.
2010 37,67 −0,24 p.p.
2009 37,91 +0,47 p.p.
2008 37,44 +0,29 p.p.
2007 37,15 +0,62 p.p.
2006 36,53 −2,2 p.p.
2005 38,73 +1,91 p.p.
2004 36,82 −0,74 p.p.
2003 37,56 −1,73 p.p.
2002 39,29 +0,5 p.p.
2001 38,79 +0,5 p.p.
2000 38,29 −0,08 p.p.
1999 38,36 −0,09 p.p.
1998 38,46 −0,24 p.p.
1997 38,7 −0,39 p.p.
1996 39,09 +0,47 p.p.
1995 38,62 −0,51 p.p.
1994 39,13 +2,51 p.p.
1993 36,62 −0,45 p.p.
1992 37,07 −0,18 p.p.
1991 37,25

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria e dos trabalhadores familiares não remunerados no emprego total. A categoria foi criada pela OIT como substituta do indicador de emprego informal onde ele não é medido: esses trabalhadores em geral não têm contrato de trabalho, seguro social nem proteção contra a demissão, e a renda depende diretamente do que produzem. Nos países mais pobres essa parcela passa de três quartos dos ocupados — ou seja, o trabalho assalariado ali é mais exceção que regra.

Importante: Não é a mesma coisa que emprego informal: um assalariado sem contrato não entra nesta categoria, ainda que não esteja mais protegido. O indicador subestima a informalidade em países onde a contratação irregular é disseminada.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.