Emprego na indústria — todos os países

Emprego na indústria — São Vicente e Granadinas

Emprego na indústria em São Vicente e Granadinas em 2025 — 21,1%. Posição 69 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 0,1 p.p..

2025 21,1% +0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 69de 182
Máximo do período 21,5%1993
Mínimo do período 19,9%2020

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na indústria — São Vicente e Granadinas, 1991–202519,52020,52121,519911995199920032007201120152019202320251991: 21,2%1992: 21,3%1993: 21,5%1994: 21,3%1995: 21,3%1996: 21,1%1997: 21,3%1998: 21,4%1999: 21,1%2000: 20,7%2001: 20,6%2002: 20,6%2003: 20,8%2004: 20,9%2005: 20,8%2006: 21,1%2007: 21,4%2008: 21%2009: 20,8%2010: 20,5%2011: 20,3%2012: 20,2%2013: 20,2%2014: 20%2015: 20,1%2016: 20,1%2017: 20,1%2018: 20,1%2019: 20%2020: 19,9%2021: 20,2%2022: 20,7%2023: 21%2024: 21,1%2025: 21,1%
Variação no período: −0,1 p.p. Média anual: 0 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 21,1%
Mundo 23,7%
Emprego na indústria — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 21,1 +0,1 p.p.
2024 21,1 +0,1 p.p.
2023 21 +0,3 p.p.
2022 20,7 +0,5 p.p.
2021 20,2 +0,3 p.p.
2020 19,9 −0,1 p.p.
2019 20 −0,2 p.p.
2018 20,1 +0 p.p.
2017 20,1 +0 p.p.
2016 20,1 −0 p.p.
2015 20,1 +0,1 p.p.
2014 20 −0,2 p.p.
2013 20,2 +0 p.p.
2012 20,2 −0,1 p.p.
2011 20,3 −0,2 p.p.
2010 20,5 −0,3 p.p.
2009 20,8 −0,2 p.p.
2008 21 −0,4 p.p.
2007 21,4 +0,3 p.p.
2006 21,1 +0,3 p.p.
2005 20,8 −0,1 p.p.
2004 20,9 +0,1 p.p.
2003 20,8 +0,2 p.p.
2002 20,6 −0 p.p.
2001 20,6 −0,1 p.p.
2000 20,7 −0,4 p.p.
1999 21,1 −0,3 p.p.
1998 21,4 +0,1 p.p.
1997 21,3 +0,2 p.p.
1996 21,1 −0,2 p.p.
1995 21,3 +0 p.p.
1994 21,3 −0,2 p.p.
1993 21,5 +0,2 p.p.
1992 21,3 +0,1 p.p.
1991 21,2

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na indústria (extrativa, de transformação, energia elétrica, saneamento) e na construção. O máximo aparece em países no meio da transição industrial; nas economias pós-industriais a parcela cai mesmo com aumento da produção industrial, por conta da automação.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.