Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Turquia

Emprego na agricultura na Turquia em 2025 — 14,2%. Posição 92 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 31,8 p.p..

2025 14,2% −0,3 p.p. vs 2024
Posição no mundo 92de 182
Máximo do período 46,1%1991
Mínimo do período 14,2%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Turquia, 1991–2025020406019911995199920032007201120152019202320251991: 46,1%1992: 43,3%1993: 41%1994: 42,5%1995: 42,6%1996: 42,2%1997: 40,2%1998: 39,5%1999: 38,2%2000: 34,6%2001: 36,1%2002: 33,5%2003: 32,5%2004: 27,8%2005: 24,4%2006: 22,8%2007: 22,2%2008: 22,4%2009: 21,8%2010: 22,5%2011: 22,9%2012: 22,4%2013: 21,7%2014: 21,2%2015: 20,6%2016: 19,7%2017: 19,5%2018: 18,6%2019: 18,3%2020: 17,7%2021: 17,2%2022: 15,7%2023: 14,6%2024: 14,6%2025: 14,2%
Variação no período: −31,8 p.p. Média anual: -0,94 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Turquia

Turquia 14,2%
Mundo 25,8%
Ásia Ocidental calculado 11,8%
Emprego na agricultura — Turquia, por ano Turquia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 14,2 −0,3 p.p.
2024 14,6 −0,1 p.p.
2023 14,6 −1 p.p.
2022 15,7 −1,5 p.p.
2021 17,2 −0,6 p.p.
2020 17,7 −0,6 p.p.
2019 18,3 −0,3 p.p.
2018 18,6 −0,9 p.p.
2017 19,5 −0,1 p.p.
2016 19,7 −0,9 p.p.
2015 20,6 −0,7 p.p.
2014 21,2 −0,5 p.p.
2013 21,7 −0,6 p.p.
2012 22,4 −0,6 p.p.
2011 22,9 +0,4 p.p.
2010 22,5 +0,7 p.p.
2009 21,8 −0,6 p.p.
2008 22,4 +0,2 p.p.
2007 22,2 −0,5 p.p.
2006 22,8 −1,6 p.p.
2005 24,4 −3,4 p.p.
2004 27,8 −4,7 p.p.
2003 32,5 −1 p.p.
2002 33,5 −2,6 p.p.
2001 36,1 +1,6 p.p.
2000 34,6 −3,6 p.p.
1999 38,2 −1,3 p.p.
1998 39,5 −0,7 p.p.
1997 40,2 −2 p.p.
1996 42,2 −0,4 p.p.
1995 42,6 +0,1 p.p.
1994 42,5 +1,5 p.p.
1993 41 −2,3 p.p.
1992 43,3 −2,8 p.p.
1991 46,1

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.