Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Ilhas do Canal

Emprego na agricultura nas Ilhas do Canal em 2025 — 2,1%. Posição 155 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 2,5 p.p..

2025 2,1% −0 p.p. vs 2024
Posição no mundo 155de 182
Máximo do período 4,6%1991
Mínimo do período 2,1%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Ilhas do Canal, 1991–2025234519911995199920032007201120152019202320251991: 4,6%1992: 4,4%1993: 4,3%1994: 4,2%1995: 4,1%1996: 4%1997: 3,9%1998: 3,8%1999: 3,6%2000: 3,5%2001: 3,4%2002: 3,4%2003: 3,3%2004: 3,2%2005: 3,1%2006: 3%2007: 3%2008: 2,9%2009: 2,9%2010: 2,8%2011: 2,8%2012: 2,8%2013: 2,7%2014: 2,7%2015: 2,6%2016: 2,6%2017: 2,5%2018: 2,5%2019: 2,4%2020: 2,3%2021: 2,3%2022: 2,2%2023: 2,2%2024: 2,1%2025: 2,1%
Variação no período: −2,5 p.p. Média anual: -0,07 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ilhas do Canal

Ilhas do Canal 2,1%
Mundo 25,8%
Europa do Norte calculado 1,6%
Países de renda alta calculado 2,8%
Emprego na agricultura — Ilhas do Canal, por ano Ilhas do Canal Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 2,1 −0 p.p.
2024 2,1 −0,1 p.p.
2023 2,2 −0,1 p.p.
2022 2,2 −0,1 p.p.
2021 2,3 −0 p.p.
2020 2,3 −0,1 p.p.
2019 2,4 −0,1 p.p.
2018 2,5 −0,1 p.p.
2017 2,5 −0,1 p.p.
2016 2,6 −0,1 p.p.
2015 2,6 −0 p.p.
2014 2,7 −0 p.p.
2013 2,7 −0 p.p.
2012 2,8 −0 p.p.
2011 2,8 −0 p.p.
2010 2,8 −0 p.p.
2009 2,9 −0,1 p.p.
2008 2,9 −0,1 p.p.
2007 3 −0,1 p.p.
2006 3 −0,1 p.p.
2005 3,1 −0,1 p.p.
2004 3,2 −0,1 p.p.
2003 3,3 −0,1 p.p.
2002 3,4 −0,1 p.p.
2001 3,4 −0,1 p.p.
2000 3,5 −0,1 p.p.
1999 3,6 −0,1 p.p.
1998 3,8 −0,1 p.p.
1997 3,9 −0,1 p.p.
1996 4 −0,1 p.p.
1995 4,1 −0,1 p.p.
1994 4,2 −0,1 p.p.
1993 4,3 −0,1 p.p.
1992 4,4 −0,1 p.p.
1991 4,6

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.