Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Butão

Emprego na agricultura no Butão em 2025 — 42,4%. Posição 35 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 25,3 p.p..

2025 42,4% −0,8 p.p. vs 2024
Posição no mundo 35de 182
Máximo do período 67,7%1991
Mínimo do período 42,4%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Butão, 1991–20254050607019911995199920032007201120152019202320251991: 67,7%1992: 67,1%1993: 66,7%1994: 66,4%1995: 66%1996: 65,6%1997: 65,3%1998: 65%1999: 64,6%2000: 64,3%2001: 63,9%2002: 63,5%2003: 63,1%2004: 62,7%2005: 62,3%2006: 62,1%2007: 61,5%2008: 61,1%2009: 60,4%2010: 59,6%2011: 60,1%2012: 58,4%2013: 56,3%2014: 56,7%2015: 58%2016: 56,6%2017: 55,5%2018: 54%2019: 51,1%2020: 49,9%2021: 49,9%2022: 44%2023: 43,8%2024: 43,2%2025: 42,4%
Variação no período: −25,3 p.p. Média anual: -0,74 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 42,4%
Mundo 25,8%
Ásia do Sul 41,5%
Ásia do Sul (sub-região) calculado 40,1%
Emprego na agricultura — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 42,4 −0,8 p.p.
2024 43,2 −0,6 p.p.
2023 43,8 −0,1 p.p.
2022 44 −5,9 p.p.
2021 49,9 −0,1 p.p.
2020 49,9 −1,2 p.p.
2019 51,1 −2,9 p.p.
2018 54 −1,5 p.p.
2017 55,5 −1,1 p.p.
2016 56,6 −1,4 p.p.
2015 58 +1,3 p.p.
2014 56,7 +0,3 p.p.
2013 56,3 −2 p.p.
2012 58,4 −1,8 p.p.
2011 60,1 +0,5 p.p.
2010 59,6 −0,8 p.p.
2009 60,4 −0,7 p.p.
2008 61,1 −0,4 p.p.
2007 61,5 −0,5 p.p.
2006 62,1 −0,2 p.p.
2005 62,3 −0,4 p.p.
2004 62,7 −0,4 p.p.
2003 63,1 −0,3 p.p.
2002 63,5 −0,4 p.p.
2001 63,9 −0,4 p.p.
2000 64,3 −0,3 p.p.
1999 64,6 −0,4 p.p.
1998 65 −0,3 p.p.
1997 65,3 −0,3 p.p.
1996 65,6 −0,4 p.p.
1995 66 −0,4 p.p.
1994 66,4 −0,3 p.p.
1993 66,7 −0,4 p.p.
1992 67,1 −0,5 p.p.
1991 67,7

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.