Coeficiente de Gini — todos os países

Coeficiente de Gini — Uruguai

Coeficiente de Gini no Uruguai em 2024 — 40 índice. Posição 12 no mundo, de um total de 25. Desde 1981, o indicador caiu 8,3%.

2024 40 índice −2,2% vs 2023
Posição no mundo 12de 25
Máximo do período 46,4 índice2007
Mínimo do período 39,5 índice2017

Evolução ao longo do tempo

1981–2024 · índice, 0–100

Coeficiente de Gini — Uruguai, 1981–202438404244464819811986199119962001200620112016202120241981: 43,6 índice1989: 42,4 índice1992: 41,5 índice1995: 40,9 índice1996: 40,8 índice1997: 41,5 índice1998: 42,5 índice2000: 43,4 índice2001: 45 índice2002: 45,5 índice2003: 45 índice2004: 45,9 índice2005: 44,7 índice2006: 45,9 índice2007: 46,4 índice2008: 45,1 índice2009: 45,5 índice2010: 44,5 índice2011: 42,2 índice2012: 39,9 índice2013: 40,5 índice2014: 40,1 índice2015: 40,1 índice2016: 39,7 índice2017: 39,5 índice2018: 39,7 índice2019: 39,7 índice2020: 40,2 índice2021: 40,8 índice2022: 40,6 índice2023: 40,9 índice2024: 40 índice
Variação no período: −3,6 (−8,26%) Taxa média anual: -0,2 %
Coeficiente de Gini — Uruguai, por ano Uruguai Todos os países CSV XLSX
Ano índice Variação Variação, %
2024 40 −0,9 −2,2%
2023 40,9 +0,3 +0,74%
2022 40,6 −0,2 −0,49%
2021 40,8 +0,6 +1,49%
2020 40,2 +0,5 +1,26%
2019 39,7 +0 +0%
2018 39,7 +0,2 +0,51%
2017 39,5 −0,2 −0,5%
2016 39,7 −0,4 −1%
2015 40,1 +0 +0%
2014 40,1 −0,4 −0,99%
2013 40,5 +0,6 +1,5%
2012 39,9 −2,3 −5,45%
2011 42,2 −2,3 −5,17%
2010 44,5 −1 −2,2%
2009 45,5 +0,4 +0,89%
2008 45,1 −1,3 −2,8%
2007 46,4 +0,5 +1,09%
2006 45,9 +1,2 +2,68%
2005 44,7 −1,2 −2,61%
2004 45,9 +0,9 +2%
2003 45 −0,5 −1,1%
2002 45,5 +0,5 +1,11%
2001 45 +1,6 +3,69%
2000 43,4
1998 42,5 +1 +2,41%
1997 41,5 +0,7 +1,72%
1996 40,8 −0,1 −0,24%
1995 40,9
1992 41,5
1989 42,4
1981 43,6

América do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

O índice de Gini mede o quanto a distribuição da renda (ou do consumo) em um país se afasta da distribuição perfeitamente igual. O valor 0 significaria que todos recebem o mesmo, e 100, que toda a renda fica com uma única pessoa. Valores abaixo de 30 são típicos dos países do norte e do centro da Europa, e acima de 50, de vários países da América Latina e do sul da África.

Importante: Não há agregados por grupos de países, e isso não é uma lacuna: a desigualdade de um grupo não se deduz dos coeficientes nacionais — para ela é necessária a distribuição de renda de todos os seus habitantes de uma só vez. Os dados vêm de pesquisas domiciliares, não estão disponíveis para todos os anos, e a base pode ser a renda ou o consumo.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.