Cobertura vacinal DTP — todos os países

Cobertura vacinal DTP — Países de renda alta

Cobertura vacinal DTP nos países de renda alta em 2024 — 94,3%. Desde 1992, o indicador aumentou 8,1 p.p..

2024 94,3% −0,1 p.p. vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 96,4%2006
Mínimo do período 86,2%1992

Evolução ao longo do tempo

1992–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Cobertura vacinal DTP — Países de renda alta, 1992–20248590951001992199620002004200820122016202020241992: 86,2%1993: 86,6%1994: 90,1%1995: 89%1996: 92,6%1997: 89,8%1998: 90,7%1999: 93%2000: 92,9%2001: 94,7%2002: 94,9%2003: 95,9%2004: 95,7%2005: 96%2006: 96,4%2007: 96,1%2008: 96,2%2009: 95,8%2010: 95,8%2011: 96,1%2012: 95,8%2013: 95%2014: 95,4%2015: 95,4%2016: 95,5%2017: 95%2018: 95%2019: 95%2020: 94,3%2021: 95%2022: 94,8%2023: 94,4%2024: 94,3%
Variação no período: +8,1 p.p. Média anual: 0,25 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda alta

Países de renda alta 94,3%
Mundo 84,8%
Cobertura vacinal DTP — Países de renda alta, por ano Países de renda alta Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 94,3 −0,1 p.p.
2023 94,4 −0,3 p.p.
2022 94,8 −0,2 p.p.
2021 95 +0,7 p.p.
2020 94,3 −0,7 p.p.
2019 95 +0 p.p.
2018 95 −0 p.p.
2017 95 −0,5 p.p.
2016 95,5 +0,1 p.p.
2015 95,4 −0 p.p.
2014 95,4 +0,5 p.p.
2013 95 −0,8 p.p.
2012 95,8 −0,3 p.p.
2011 96,1 +0,3 p.p.
2010 95,8 −0 p.p.
2009 95,8 −0,4 p.p.
2008 96,2 +0,1 p.p.
2007 96,1 −0,3 p.p.
2006 96,4 +0,4 p.p.
2005 96 +0,3 p.p.
2004 95,7 −0,2 p.p.
2003 95,9 +1 p.p.
2002 94,9 +0,3 p.p.
2001 94,7 +1,8 p.p.
2000 92,9 −0,1 p.p.
1999 93 +2,3 p.p.
1998 90,7 +0,9 p.p.
1997 89,8 −2,8 p.p.
1996 92,6 +3,6 p.p.
1995 89 −1,1 p.p.
1994 90,1 +3,5 p.p.
1993 86,6 +0,4 p.p.
1992 86,2

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam três doses da vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano. O indicador é usado como sinal do funcionamento de todo o sistema de atenção primária à saúde: se a criança recebeu três doses, é porque a família chegou a um serviço de saúde ao menos três vezes.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.