Gastos públicos com saúde per capita — todos os países

Gastos públicos com saúde per capita — Mercosul

Gastos públicos com saúde per capita nos países do Mercosul em 2023 — 513 US$. Desde 2000, o indicador aumentou 204,9%.

2023 513 US$ +10,53% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 513 US$2023
Mínimo do período 103 US$2002

Evolução ao longo do tempo

2000–2023 · US$ per capita

Gastos públicos com saúde per capita — Mercosul, 2000–202302004006002000200320062009201220152018202120232000: 168 US$2001: 149 US$2002: 103 US$2003: 110 US$2004: 125 US$2005: 160 US$2006: 205 US$2007: 253 US$2008: 313 US$2009: 333 US$2010: 417 US$2011: 488 US$2012: 476 US$2013: 505 US$2014: 505 US$2015: 449 US$2016: 424 US$2017: 486 US$2018: 418 US$2019: 395 US$2020: 347 US$2021: 401 US$2022: 464 US$2023: 513 US$
Variação no período: +345 (+204,87%) Taxa média anual: 4,97 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mercosul

Mercosul 513 US$
Mundo 804 US$
Gastos públicos com saúde per capita — Mercosul, por ano Mercosul Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 513 +49 +10,53%
2022 464 +63 +15,82%
2021 401 +54 +15,55%
2020 347 −48 −12,25%
2019 395 −23 −5,48%
2018 418 −68 −14,02%
2017 486 +62 +14,66%
2016 424 −24 −5,42%
2015 449 −57 −11,23%
2014 505 +0 +0,07%
2013 505 +29 +6,12%
2012 476 −12 −2,44%
2011 488 +71 +16,94%
2010 417 +85 +25,41%
2009 333 +19 +6,17%
2008 313 +60 +23,66%
2007 253 +49 +23,83%
2006 205 +44 +27,53%
2005 160 +35 +28,25%
2004 125 +15 +13,62%
2003 110 +7 +6,34%
2002 103 −46 −30,67%
2001 149 −19 −11,3%
2000 168

Sobre o indicador

Gastos públicos com saúde em dólares americanos correntes por pessoa. De todos os indicadores de gastos, é este que mais separa os países: a diferença entre o topo e a base da tabela supera mil vezes, enquanto pela participação no PIB ela raramente passa de cinco vezes. A razão é simples — a participação é calculada sobre economias de tamanhos diferentes.

Importante: Conversão pela taxa de câmbio de mercado, e não pela paridade do poder de compra: o volume real de atendimento médico obtido por um dólar nos países de renda baixa é bem maior, por isso a diferença na tabela exagera a diferença nos serviços.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.