Gastos públicos com saúde per capita — todos os países

Gastos públicos com saúde per capita — Guiné-Bissau

Gastos públicos com saúde per capita na Guiné-Bissau em 2023 — 9 US$. Posição 171 no mundo, de um total de 191. Desde 2000, o indicador aumentou 364,5%.

2023 9 US$ +3,16% vs 2022
Posição no mundo 171de 191
Máximo do período 10 US$2021
Mínimo do período 1 US$2002

Evolução ao longo do tempo

2000–2023 · US$ per capita

Gastos públicos com saúde per capita — Guiné-Bissau, 2000–20230358102000200320062009201220152018202120232000: 2 US$2001: 2 US$2002: 1 US$2003: 2 US$2004: 3 US$2005: 2 US$2006: 2 US$2007: 3 US$2008: 4 US$2009: 3 US$2010: 3 US$2011: 3 US$2012: 3 US$2013: 4 US$2014: 4 US$2015: 3 US$2016: 3 US$2017: 4 US$2018: 4 US$2019: 3 US$2020: 9 US$2021: 10 US$2022: 8 US$2023: 9 US$
Variação no período: +7 (+364,53%) Taxa média anual: 6,91 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 9 US$
Mundo 804 US$
África Ocidental calculado 15 US$
Países de renda baixa calculado 7 US$
Gastos públicos com saúde per capita — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 9 +0 +3,16%
2022 8 −1 −11,04%
2021 10 +0 +5%
2020 9 +6 +161,6%
2019 3 −1 −15,16%
2018 4 +0 +4,67%
2017 4 +1 +18,49%
2016 3 −0 −5,05%
2015 3 −0 −10,8%
2014 4 +0 +7,76%
2013 4 +0 +12,59%
2012 3 +0 +1,97%
2011 3 +0 +11,9%
2010 3 −0 −7,37%
2009 3 −0 −13,71%
2008 4 +0 +13,26%
2007 3 +1 +38,41%
2006 2 −0 −4,87%
2005 2 −0 −5,76%
2004 3 +1 +38,6%
2003 2 +1 +40,52%
2002 1 −0 −18,46%
2001 2 −0 −16,27%
2000 2

Sobre o indicador

Gastos públicos com saúde em dólares americanos correntes por pessoa. De todos os indicadores de gastos, é este que mais separa os países: a diferença entre o topo e a base da tabela supera mil vezes, enquanto pela participação no PIB ela raramente passa de cinco vezes. A razão é simples — a participação é calculada sobre economias de tamanhos diferentes.

Importante: Conversão pela taxa de câmbio de mercado, e não pela paridade do poder de compra: o volume real de atendimento médico obtido por um dólar nos países de renda baixa é bem maior, por isso a diferença na tabela exagera a diferença nos serviços.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.