Gasto direto das famílias com saúde — todos os países

Gasto direto das famílias com saúde — São Vicente e Granadinas

Gasto direto das famílias com saúde em São Vicente e Granadinas em 2023 — 26,57%. Posição 88 no mundo, de um total de 192. Desde 2000, o indicador caiu 0,71 p.p..

2023 26,57% −0,86 p.p. vs 2022
Posição no mundo 88de 192
Máximo do período 35,82%2007
Mínimo do período 26,19%2021

Evolução ao longo do tempo

2000–2023 · % dos gastos em saúde

Gasto direto das famílias com saúde — São Vicente e Granadinas, 2000–20232527,53032,53537,52000200320062009201220152018202120232000: 27,28%2001: 28,61%2002: 28,46%2003: 30,44%2004: 32,75%2005: 33,55%2006: 34,95%2007: 35,82%2008: 34,44%2009: 33,37%2010: 32,23%2011: 32,66%2012: 31,86%2013: 32,12%2014: 34,01%2015: 33,55%2016: 32,96%2017: 31,85%2018: 30,61%2019: 28,09%2020: 26,9%2021: 26,19%2022: 27,43%2023: 26,57%
Variação no período: −0,71 p.p. Média anual: -0,03 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 26,57%
Mundo 17,33%
Países de renda média-alta calculado 30,38%
Gasto direto das famílias com saúde — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 26,57 −0,86 p.p.
2022 27,43 +1,23 p.p.
2021 26,19 −0,7 p.p.
2020 26,9 −1,19 p.p.
2019 28,09 −2,52 p.p.
2018 30,61 −1,24 p.p.
2017 31,85 −1,11 p.p.
2016 32,96 −0,6 p.p.
2015 33,55 −0,46 p.p.
2014 34,01 +1,89 p.p.
2013 32,12 +0,26 p.p.
2012 31,86 −0,8 p.p.
2011 32,66 +0,42 p.p.
2010 32,23 −1,14 p.p.
2009 33,37 −1,07 p.p.
2008 34,44 −1,38 p.p.
2007 35,82 +0,87 p.p.
2006 34,95 +1,39 p.p.
2005 33,55 +0,8 p.p.
2004 32,75 +2,31 p.p.
2003 30,44 +1,98 p.p.
2002 28,46 −0,15 p.p.
2001 28,61 +1,33 p.p.
2000 27,28

Sobre o indicador

Pagamentos que as pessoas fazem pelo atendimento médico diretamente no momento em que o recebem — em percentual de todos os gastos correntes com saúde do país. Não entram as contribuições de seguro nem os impostos: apenas o que a pessoa tira do bolso no caixa. O indicador é considerado a medida central da proteção financeira: quanto mais alto, mais frequentemente a doença significa a ruína, e a OMS o acompanha como indicador do risco de gastos catastróficos das famílias.

Importante: Um valor alto indica proteção fraca, e não atividade da medicina privada: o seguro voluntário não entra neste indicador, por isso um país com seguro privado desenvolvido pode ter uma parcela baixa de pagamentos diretos.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.