Taxa de mortalidade de mulheres adultas — todos os países

Taxa de mortalidade de mulheres adultas — Ilhas do Canal

Taxa de mortalidade de mulheres adultas nas Ilhas do Canal em 2024 — 41 por 1.000. Posição 25 no mundo, de um total de 191. Desde 1960, o indicador caiu 57,3%.

2024 41 por 1.000 +0% vs 2023
Posição no mundo 25de 191
Máximo do período 103 por 1.0001965
Mínimo do período 38 por 1.0002011

Evolução ao longo do tempo

1960–2024 · por 1.000 mulheres adultas

Taxa de mortalidade de mulheres adultas — Ilhas do Canal, 1960–20242040608010012019601967197419811988199520022009201620231960: 96 por 1.0001962: 95 por 1.0001964: 97 por 1.0001966: 98 por 1.0001968: 98 por 1.0001970: 100 por 1.0001972: 96 por 1.0001974: 87 por 1.0001976: 89 por 1.0001978: 88 por 1.0001980: 83 por 1.0001982: 89 por 1.0001984: 72 por 1.0001986: 72 por 1.0001988: 65 por 1.0001990: 68 por 1.0001992: 61 por 1.0001994: 64 por 1.0001996: 59 por 1.0001998: 53 por 1.0002000: 52 por 1.0002002: 50 por 1.0002004: 46 por 1.0002006: 43 por 1.0002008: 41 por 1.0002010: 39 por 1.0002012: 39 por 1.0002014: 38 por 1.0002016: 39 por 1.0002018: 39 por 1.0002020: 41 por 1.0002022: 41 por 1.0002024: 41 por 1.000
Variação no período: −55 (−57,29%) Taxa média anual: -1,32 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ilhas do Canal

Ilhas do Canal 41 por 1.000
Mundo 112,7 por 1.000
Europa e Ásia Central calculado 76,6 por 1.000
Europa do Norte calculado 42,5 por 1.000
Países de renda alta calculado 56,2 por 1.000
Taxa de mortalidade de mulheres adultas — Ilhas do Canal, por ano Ilhas do Canal Todos os países CSV XLSX
Ano por 1.000 Variação Variação, %
2024 41 +0 +0%
2023 41 +0 +0%
2022 41 −4 −8,89%
2021 45 +4 +9,76%
2020 41 +1 +2,5%
2019 40 +1 +2,56%
2018 39 −1 −2,5%
2017 40 +1 +2,56%
2016 39 +1 +2,63%
2015 38 +0 +0%
2014 38 +0 +0%
2013 38 −1 −2,56%
2012 39 +1 +2,63%
2011 38 −1 −2,56%
2010 39 −1 −2,5%
2009 40 −1 −2,44%
2008 41 −1 −2,38%
2007 42 −1 −2,33%
2006 43 −2 −4,44%
2005 45 −1 −2,17%
2004 46 −3 −6,12%
2003 49 −1 −2%
2002 50 −1 −1,96%
2001 51 −1 −1,92%
2000 52 −1 −1,89%
1999 53 +0 +0%
1998 53 −2 −3,64%
1997 55 −4 −6,78%
1996 59 +1 +1,72%
1995 58 −6 −9,38%
1994 64 +1 +1,59%
1993 63 +2 +3,28%
1992 61 −1 −1,61%
1991 62 −6 −8,82%
1990 68 +4 +6,25%
1989 64 −1 −1,54%
1988 65 −4 −5,8%
1987 69 −3 −4,17%
1986 72 +3 +4,35%
1985 69 −3 −4,17%
1984 72 −1 −1,37%
1983 73 −16 −17,98%
1982 89 +11 +14,1%
1981 78 −5 −6,02%
1980 83 −4 −4,6%
1979 87 −1 −1,14%
1978 88 +0 +0%
1977 88 −1 −1,12%
1976 89 +1 +1,14%
1975 88 +1 +1,15%
1974 87 −1 −1,14%
1973 88 −8 −8,33%
1972 96 +1 +1,05%
1971 95 −5 −5%
1970 100 +0 +0%
1969 100 +2 +2,04%
1968 98 +1 +1,03%
1967 97 −1 −1,02%
1966 98 −5 −4,85%
1965 103 +6 +6,19%
1964 97 +11 +12,79%
1963 86 −9 −9,47%
1962 95 −5 −5%
1961 100 +4 +4,17%
1960 96

Sobre o indicador

Probabilidade de morrer entre os 15 e os 60 anos para as mulheres, por mil pessoas de 15 anos. O Banco Mundial não publica uma série geral de mortalidade adulta — apenas a masculina e a feminina —, por isso esses dois indicadores não são uma desagregação, mas a única forma de ver a mortalidade nas idades ativas. A razão entre o valor masculino e o feminino costuma ficar entre 1,3 e 2,5 e já serve, por si só, como medida da sobremortalidade masculina.

Importante: Não é uma taxa anual, mas a probabilidade ao longo de 45 anos de vida. Nos países com alta mortalidade materna esta série é bem mais alta do que se esperaria pela expectativa de vida das mulheres.

Fonte: World Population Prospects (ONU), licença CC BY 3.0 IGO.