Retirada de água doce em percentual dos recursos — todos os países

Retirada de água doce em percentual dos recursos — Brasil

Retirada de água doce em percentual dos recursos no Brasil em 2022 — 1,2%. Posição 30 no mundo, de um total de 175. Desde 1987, o indicador aumentou 0,58 p.p..

2022 1,2% +0,01 p.p. vs 2021
Posição no mundo 30de 175
Máximo do período 1,32%2010
Mínimo do período 0,62%1987

Evolução ao longo do tempo

1987–2022 · % dos recursos internos

Retirada de água doce em percentual dos recursos — Brasil, 1987–20220,60,811,21,419871991199519992003200720112015201920221987: 0,62%1988: 0,66%1989: 0,7%1990: 0,74%1991: 0,77%1992: 0,81%1993: 0,85%1994: 0,89%1995: 0,93%1996: 0,97%1997: 0,97%1998: 0,98%1999: 0,99%2000: 0,99%2001: 1%2002: 1%2003: 1,01%2004: 1,01%2005: 1,02%2006: 1,03%2007: 1,1%2008: 1,17%2009: 1,25%2010: 1,32%2011: 1,28%2012: 1,23%2013: 1,19%2014: 1,15%2015: 1,13%2016: 1,17%2017: 1,16%2018: 1,17%2019: 1,19%2020: 1,18%2021: 1,19%2022: 1,2%
Variação no período: +0,58 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 1,2%
Mundo 9,01%
América do Sul calculado 1,83%
Retirada de água doce em percentual dos recursos — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 1,2 +0,01 p.p.
2021 1,19 +0 p.p.
2020 1,18 −0,01 p.p.
2019 1,19 +0,02 p.p.
2018 1,17 +0,01 p.p.
2017 1,16 −0,01 p.p.
2016 1,17 +0,04 p.p.
2015 1,13 −0,02 p.p.
2014 1,15 −0,04 p.p.
2013 1,19 −0,04 p.p.
2012 1,23 −0,04 p.p.
2011 1,28 −0,04 p.p.
2010 1,32 +0,07 p.p.
2009 1,25 +0,07 p.p.
2008 1,17 +0,07 p.p.
2007 1,1 +0,07 p.p.
2006 1,03 +0,01 p.p.
2005 1,02 +0,01 p.p.
2004 1,01 +0,01 p.p.
2003 1,01 +0,01 p.p.
2002 1 +0,01 p.p.
2001 1 +0,01 p.p.
2000 0,99 +0,01 p.p.
1999 0,99 +0,01 p.p.
1998 0,98 +0,01 p.p.
1997 0,97 +0,01 p.p.
1996 0,97 +0,04 p.p.
1995 0,93 +0,04 p.p.
1994 0,89 +0,04 p.p.
1993 0,85 +0,04 p.p.
1992 0,81 +0,04 p.p.
1991 0,77 +0,04 p.p.
1990 0,74 +0,04 p.p.
1989 0,7 +0,04 p.p.
1988 0,66 +0,04 p.p.
1987 0,62

Sobre o indicador

Retirada anual de água doce para todos os usos (agricultura, indústria, abastecimento urbano) em percentual dos recursos internos renováveis de água doce. Valores acima de 25% são considerados sinal de estresse hídrico, e acima de 70%, de escassez crítica. O indicador pode superar 100% se o país usa vazões transfronteiriças ou águas subterrâneas não renováveis.

Importante: O agregado é ponderado pelo volume dos recursos hídricos: é toda a retirada de água do grupo dividida por todos os seus recursos. Valores acima de cem por cento não são erro — significam retirada de reservas não renováveis ou dessalinização.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.