Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — OPEP

Recursos hídricos per capita nos países da OPEP em 2022 — 2.485 m³/pess.. Desde 1961, o indicador caiu 79,4%.

2022 2.485 m³/pess. −1,98% vs 2021
Posição no mundo
Máximo do período 12.047 m³/pess.1961
Mínimo do período 2.485 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — OPEP, 1961–202205.00010.00015.00019611968197519821989199620032010201720221961: 12.047 m³/pess.1963: 11.447 m³/pess.1965: 10.867 m³/pess.1967: 10.310 m³/pess.1969: 9.771 m³/pess.1971: 9.246 m³/pess.1973: 8.740 m³/pess.1975: 8.224 m³/pess.1977: 7.697 m³/pess.1979: 7.201 m³/pess.1981: 6.701 m³/pess.1983: 6.259 m³/pess.1985: 5.875 m³/pess.1987: 5.520 m³/pess.1989: 5.209 m³/pess.1991: 4.959 m³/pess.1993: 4.720 m³/pess.1995: 4.513 m³/pess.1997: 4.311 m³/pess.1999: 4.117 m³/pess.2001: 3.922 m³/pess.2003: 3.745 m³/pess.2005: 3.558 m³/pess.2007: 3.395 m³/pess.2009: 3.232 m³/pess.2011: 3.090 m³/pess.2013: 2.936 m³/pess.2015: 2.800 m³/pess.2017: 2.688 m³/pess.2019: 2.613 m³/pess.2021: 2.536 m³/pess.2022: 2.485 m³/pess.
Variação no período: −9.561 (−79,37%) Taxa média anual: -2,55 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: OPEP

OPEP 2.485 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — OPEP, por ano OPEP Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 2.485 −50 −1,98%
2021 2.536 −33 −1,3%
2020 2.569 −44 −1,68%
2019 2.613 −37 −1,41%
2018 2.650 −38 −1,4%
2017 2.688 −50 −1,81%
2016 2.738 −62 −2,21%
2015 2.800 −68 −2,39%
2014 2.868 −68 −2,3%
2013 2.936 −79 −2,61%
2012 3.014 −76 −2,46%
2011 3.090 −75 −2,38%
2010 3.166 −66 −2,06%
2009 3.232 −81 −2,46%
2008 3.313 −81 −2,4%
2007 3.395 −78 −2,24%
2006 3.473 −85 −2,39%
2005 3.558 −93 −2,55%
2004 3.651 −94 −2,52%
2003 3.745 −89 −2,31%
2002 3.834 −89 −2,26%
2001 3.922 −97 −2,41%
2000 4.020 −97 −2,36%
1999 4.117 −96 −2,28%
1998 4.213 −98 −2,28%
1997 4.311 −100 −2,27%
1996 4.411 −102 −2,25%
1995 4.513 −105 −2,27%
1994 4.618 −103 −2,17%
1993 4.720 −109 −2,26%
1992 4.829 −130 −2,61%
1991 4.959 −123 −2,42%
1990 5.082 −127 −2,44%
1989 5.209 −151 −2,82%
1988 5.360 −160 −2,89%
1987 5.520 −174 −3,05%
1986 5.693 −182 −3,1%
1985 5.875 −191 −3,15%
1984 6.066 −193 −3,09%
1983 6.259 −200 −3,09%
1982 6.459 −242 −3,61%
1981 6.701 −257 −3,7%
1980 6.958 −242 −3,36%
1979 7.201 −246 −3,3%
1978 7.446 −250 −3,25%
1977 7.697 −259 −3,25%
1976 7.956 −268 −3,26%
1975 8.224 −263 −3,1%
1974 8.487 −253 −2,9%
1973 8.740 −253 −2,81%
1972 8.992 −254 −2,75%
1971 9.246 −259 −2,73%
1970 9.505 −265 −2,72%
1969 9.771 −269 −2,68%
1968 10.039 −271 −2,63%
1967 10.310 −276 −2,61%
1966 10.586 −281 −2,59%
1965 10.867 −286 −2,56%
1964 11.153 −294 −2,57%
1963 11.447 −299 −2,55%
1962 11.746 −300 −2,49%
1961 12.047

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.