Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Níger

Recursos hídricos per capita no Níger em 2022 — 138 m³/pess.. Posição 167 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 85,7%.

2022 138 m³/pess. −3,2% vs 2021
Posição no mundo 167de 181
Máximo do período 970 m³/pess.1961
Mínimo do período 138 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Níger, 1961–202202505007501.00019611968197519821989199620032010201720221961: 970 m³/pess.1963: 915 m³/pess.1965: 864 m³/pess.1967: 817 m³/pess.1969: 773 m³/pess.1971: 733 m³/pess.1973: 695 m³/pess.1975: 658 m³/pess.1977: 623 m³/pess.1979: 588 m³/pess.1981: 554 m³/pess.1983: 522 m³/pess.1985: 492 m³/pess.1987: 463 m³/pess.1989: 436 m³/pess.1991: 410 m³/pess.1993: 385 m³/pess.1995: 360 m³/pess.1997: 337 m³/pess.1999: 315 m³/pess.2001: 294 m³/pess.2003: 274 m³/pess.2005: 254 m³/pess.2007: 236 m³/pess.2009: 220 m³/pess.2011: 204 m³/pess.2013: 189 m³/pess.2015: 176 m³/pess.2017: 163 m³/pess.2019: 153 m³/pess.2021: 143 m³/pess.2022: 138 m³/pess.
Variação no período: −832 (−85,75%) Taxa média anual: -3,14 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Níger

Níger 138 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África Subsaariana 3.162 m³/pess.
África Ocidental calculado 2.431 m³/pess.
Países de renda baixa calculado 3.206 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Níger, por ano Níger Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 138 −5 −3,2%
2021 143 −5 −3,2%
2020 148 −5 −3,25%
2019 153 −5 −3,31%
2018 158 −6 −3,39%
2017 163 −6 −3,5%
2016 169 −6 −3,61%
2015 176 −7 −3,63%
2014 182 −7 −3,62%
2013 189 −7 −3,69%
2012 196 −8 −3,7%
2011 204 −8 −3,65%
2010 211 −8 −3,66%
2009 220 −8 −3,65%
2008 228 −9 −3,63%
2007 236 −9 −3,61%
2006 245 −9 −3,59%
2005 254 −9 −3,56%
2004 264 −10 −3,53%
2003 274 −10 −3,5%
2002 283 −10 −3,47%
2001 294 −10 −3,45%
2000 304 −11 −3,41%
1999 315 −11 −3,38%
1998 326 −11 −3,33%
1997 337 −11 −3,27%
1996 348 −12 −3,29%
1995 360 −12 −3,26%
1994 372 −12 −3,17%
1993 385 −12 −3,11%
1992 397 −13 −3,07%
1991 410 −13 −3,05%
1990 422 −13 −3,03%
1989 436 −13 −3%
1988 449 −14 −2,98%
1987 463 −14 −2,98%
1986 477 −15 −2,96%
1985 492 −15 −2,93%
1984 507 −15 −2,91%
1983 522 −16 −2,92%
1982 537 −16 −2,93%
1981 554 −17 −2,94%
1980 570 −17 −2,94%
1979 588 −18 −2,9%
1978 605 −18 −2,82%
1977 623 −18 −2,75%
1976 640 −18 −2,71%
1975 658 −18 −2,67%
1974 676 −18 −2,65%
1973 695 −19 −2,64%
1972 714 −19 −2,62%
1971 733 −20 −2,64%
1970 753 −21 −2,68%
1969 773 −21 −2,7%
1968 795 −22 −2,73%
1967 817 −23 −2,76%
1966 840 −24 −2,78%
1965 864 −25 −2,81%
1964 889 −26 −2,84%
1963 915 −27 −2,86%
1962 942 −28 −2,86%
1961 970

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.