Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Malta

Recursos hídricos per capita em Malta em 2022 — 95 m³/pess.. Posição 170 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 38,8%.

2022 95 m³/pess. −2,44% vs 2021
Posição no mundo 170de 181
Máximo do período 167 m³/pess.1974
Mínimo do período 95 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Malta, 1961–20228010012014016018019611968197519821989199620032010201720221961: 155 m³/pess.1963: 157 m³/pess.1965: 158 m³/pess.1967: 162 m³/pess.1969: 166 m³/pess.1971: 167 m³/pess.1973: 167 m³/pess.1975: 166 m³/pess.1977: 165 m³/pess.1979: 161 m³/pess.1981: 158 m³/pess.1983: 153 m³/pess.1985: 150 m³/pess.1987: 147 m³/pess.1989: 144 m³/pess.1991: 139 m³/pess.1993: 136 m³/pess.1995: 134 m³/pess.1997: 132 m³/pess.1999: 130 m³/pess.2001: 128 m³/pess.2003: 127 m³/pess.2005: 125 m³/pess.2007: 124 m³/pess.2009: 122 m³/pess.2011: 121 m³/pess.2013: 119 m³/pess.2015: 114 m³/pess.2017: 108 m³/pess.2019: 100 m³/pess.2021: 97 m³/pess.2022: 95 m³/pess.
Variação no período: −60 (−38,76%) Taxa média anual: -0,8 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Malta

Malta 95 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Europa e Ásia Central 7.674 m³/pess.
Europa do Sul calculado 3.522 m³/pess.
Países de renda alta calculado 10.978 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Malta, por ano Malta Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 95 −2 −2,44%
2021 97 −1 −0,51%
2020 98 −2 −2,25%
2019 100 −4 −3,97%
2018 104 −4 −3,47%
2017 108 −3 −2,7%
2016 111 −3 −2,26%
2015 114 −3 −2,42%
2014 116 −2 −2%
2013 119 −1 −1,13%
2012 120 −1 −0,9%
2011 121 −1 −0,42%
2010 122 −1 −0,49%
2009 122 −1 −0,75%
2008 123 −1 −0,65%
2007 124 −0 −0,35%
2006 125 −0 −0,36%
2005 125 −1 −0,64%
2004 126 −1 −0,67%
2003 127 −1 −0,66%
2002 128 −1 −0,74%
2001 128 −1 −0,75%
2000 129 −1 −0,64%
1999 130 −1 −0,59%
1998 131 −1 −0,65%
1997 132 −1 −0,75%
1996 133 −1 −0,65%
1995 134 −1 −0,69%
1994 135 −1 −0,93%
1993 136 −1 −0,99%
1992 137 −1 −1,03%
1991 139 −4 −2,66%
1990 143 −1 −0,97%
1989 144 −1 −0,97%
1988 145 −1 −0,82%
1987 147 −1 −0,69%
1986 148 −2 −1,66%
1985 150 −3 −1,74%
1984 153 −0 −0,02%
1983 153 −2 −1,4%
1982 155 −3 −2,12%
1981 158 −1 −0,73%
1980 159 −2 −1,04%
1979 161 −2 −1,01%
1978 163 −2 −1,04%
1977 165 −1 −0,39%
1976 165 −1 −0,51%
1975 166 −1 −0,73%
1974 167 +0 +0,07%
1973 167 +0 +0,08%
1972 167 +0 +0,08%
1971 167 −0 −0,02%
1970 167 +1 +0,55%
1969 166 +2 +1,18%
1968 164 +2 +1,19%
1967 162 +2 +1,17%
1966 160 +2 +1,14%
1965 158 +1 +0,77%
1964 157 +1 +0,4%
1963 157 +1 +0,42%
1962 156 +1 +0,42%
1961 155

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.