Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Chade

Recursos hídricos per capita no Chade em 2022 — 813 m³/pess.. Posição 137 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 83,1%.

2022 813 m³/pess. −3,4% vs 2021
Posição no mundo 137de 181
Máximo do período 4.820 m³/pess.1961
Mínimo do período 813 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Chade, 1961–202202.0004.0006.00019611968197519821989199620032010201720221961: 4.820 m³/pess.1963: 4.628 m³/pess.1965: 4.445 m³/pess.1967: 4.275 m³/pess.1969: 4.108 m³/pess.1971: 3.940 m³/pess.1973: 3.763 m³/pess.1975: 3.600 m³/pess.1977: 3.463 m³/pess.1979: 3.329 m³/pess.1981: 3.318 m³/pess.1983: 3.013 m³/pess.1985: 2.943 m³/pess.1987: 2.758 m³/pess.1989: 2.578 m³/pess.1991: 2.417 m³/pess.1993: 2.263 m³/pess.1995: 2.116 m³/pess.1997: 1.956 m³/pess.1999: 1.824 m³/pess.2001: 1.704 m³/pess.2003: 1.581 m³/pess.2005: 1.452 m³/pess.2007: 1.354 m³/pess.2009: 1.261 m³/pess.2011: 1.176 m³/pess.2013: 1.096 m³/pess.2015: 1.024 m³/pess.2017: 960 m³/pess.2019: 899 m³/pess.2021: 841 m³/pess.2022: 813 m³/pess.
Variação no período: −4.007 (−83,14%) Taxa média anual: -2,88 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Chade

Chade 813 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África Subsaariana 3.162 m³/pess.
África Central calculado 9.469 m³/pess.
Países de renda baixa calculado 3.206 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Chade, por ano Chade Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 813 −29 −3,4%
2021 841 −29 −3,39%
2020 871 −28 −3,13%
2019 899 −29 −3,17%
2018 928 −32 −3,3%
2017 960 −32 −3,25%
2016 992 −32 −3,09%
2015 1.024 −33 −3,13%
2014 1.057 −38 −3,51%
2013 1.096 −40 −3,51%
2012 1.135 −41 −3,45%
2011 1.176 −42 −3,47%
2010 1.218 −43 −3,4%
2009 1.261 −46 −3,51%
2008 1.307 −47 −3,44%
2007 1.354 −47 −3,39%
2006 1.401 −51 −3,53%
2005 1.452 −60 −3,95%
2004 1.512 −69 −4,36%
2003 1.581 −64 −3,92%
2002 1.645 −58 −3,42%
2001 1.704 −58 −3,32%
2000 1.762 −62 −3,4%
1999 1.824 −65 −3,45%
1998 1.889 −66 −3,38%
1997 1.956 −69 −3,39%
1996 2.024 −92 −4,33%
1995 2.116 −95 −4,31%
1994 2.211 −51 −2,27%
1993 2.263 −54 −2,33%
1992 2.317 −100 −4,15%
1991 2.417 −90 −3,59%
1990 2.507 −70 −2,73%
1989 2.578 −89 −3,33%
1988 2.666 −92 −3,33%
1987 2.758 −98 −3,44%
1986 2.857 −87 −2,95%
1985 2.943 −30 −1%
1984 2.973 −39 −1,31%
1983 3.013 −153 −4,83%
1982 3.166 −152 −4,59%
1981 3.318 −4 −0,12%
1980 3.322 −7 −0,22%
1979 3.329 −71 −2,09%
1978 3.400 −63 −1,81%
1977 3.463 −65 −1,86%
1976 3.528 −71 −1,98%
1975 3.600 −78 −2,13%
1974 3.678 −85 −2,27%
1973 3.763 −90 −2,32%
1972 3.853 −87 −2,21%
1971 3.940 −84 −2,09%
1970 4.024 −85 −2,06%
1969 4.108 −84 −2%
1968 4.192 −83 −1,95%
1967 4.275 −84 −1,93%
1966 4.359 −86 −1,94%
1965 4.445 −90 −1,98%
1964 4.535 −93 −2,01%
1963 4.628 −95 −2,02%
1962 4.724 −97 −2%
1961 4.820

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.