Taxa de juros real — todos os países

Taxa de juros real — Omã

Taxa de juros real em Omã em 2021 — -5,92%. Posição 94 no mundo, de um total de 109. Desde 1984, o indicador caiu 21,74 p.p..

2021 -5,92% −24,14 p.p. vs 2020
Posição no mundo 94de 109
Máximo do período 43,18%2009
Mínimo do período -22,75%1990

Evolução ao longo do tempo

1984–2021 · % ao ano

Taxa de juros real — Omã, 1984–2021-40-20020406019841988199219962000200420082012201620201984: 15,81%1985: 10,8%1986: 38,49%1987: -1,69%1988: 7,93%1989: 9,85%1990: -22,75%1991: 19,75%1992: 7,99%1993: 15,09%1994: 8,87%1995: 7,39%1996: 1,76%1997: 11,68%1998: 23,3%1999: -0,26%2000: -6,3%2001: 14,93%2002: 3,95%2003: -1,14%2004: -4,05%2005: -11,87%2006: -6,35%2007: -0,64%2008: -19,47%2009: 43,18%2010: -6,32%2011: -8,08%2012: 2,21%2013: 7,91%2014: 3,41%2015: 29,71%2016: 15,46%2017: -2%2018: -5,8%2019: 8,3%2020: 18,21%2021: -5,92%
Variação no período: −21,74 p.p. Média anual: -0,59 p.p.
Taxa de juros real — Omã, por ano Omã Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2021 -5,92 −24,14 p.p.
2020 18,21 +9,91 p.p.
2019 8,3 +14,11 p.p.
2018 -5,8 −3,81 p.p.
2017 -2 −17,46 p.p.
2016 15,46 −14,25 p.p.
2015 29,71 +26,31 p.p.
2014 3,41 −4,5 p.p.
2013 7,91 +5,7 p.p.
2012 2,21 +10,29 p.p.
2011 -8,08 −1,76 p.p.
2010 -6,32 −49,5 p.p.
2009 43,18 +62,64 p.p.
2008 -19,47 −18,83 p.p.
2007 -0,64 +5,71 p.p.
2006 -6,35 +5,52 p.p.
2005 -11,87 −7,82 p.p.
2004 -4,05 −2,91 p.p.
2003 -1,14 −5,08 p.p.
2002 3,95 −10,98 p.p.
2001 14,93 +21,22 p.p.
2000 -6,3 −6,04 p.p.
1999 -0,26 −23,56 p.p.
1998 23,3 +11,63 p.p.
1997 11,68 +9,92 p.p.
1996 1,76 −5,64 p.p.
1995 7,39 −1,48 p.p.
1994 8,87 −6,22 p.p.
1993 15,09 +7,1 p.p.
1992 7,99 −11,76 p.p.
1991 19,75 +42,5 p.p.
1990 -22,75 −32,6 p.p.
1989 9,85 +1,93 p.p.
1988 7,93 +9,62 p.p.
1987 -1,69 −40,18 p.p.
1986 38,49 +27,69 p.p.
1985 10,8 −5,01 p.p.
1984 15,81

Sobre o indicador

Taxa de juros de empréstimo ajustada pela inflação medida pelo deflator do PIB. Mostra o custo real dos recursos emprestados para a economia. Valores negativos significam que a inflação desvaloriza a dívida mais rápido do que os juros se acumulam — situação vantajosa para quem toma emprestado e desvantajosa para credores e depositantes.

Importante: Não há agregados por grupo de países: seria preciso ponderar pelo volume de crédito, e essa série não existe no catálogo. A taxa já vem descontada a inflação, por isso valores negativos são normais — significam que o dinheiro custa menos do que a desvalorização.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.