Taxa de juros real — todos os países

Taxa de juros real — Mauritânia

Taxa de juros real na Mauritânia em 2017 — 15,18%. Posição 9 no mundo, de um total de 127. Desde 1980, o indicador aumentou 10,06 p.p..

2017 15,18% +9,97 p.p. vs 2016
Posição no mundo 9de 127
Máximo do período 32,77%2014
Mínimo do período -22,21%1991

Evolução ao longo do tempo

1980–2017 · % ao ano

Taxa de juros real — Mauritânia, 1980–2017-40-200204019801984198819921996200020042008201220161980: 5,12%1981: 4,41%1982: 1,74%1983: 4,42%1984: 0,98%1985: 1,59%1986: 4,42%1987: 1,39%1988: 6,28%1989: 1,87%1990: 7,17%1991: -22,21%1992: 9,54%1993: 5,07%1994: 6,37%1995: 17,01%1996: 19,78%1997: 8,85%1998: 5,95%1999: 22,17%2000: 18,08%2001: 15,76%2002: 13,39%2003: 15,81%2004: 9,07%2005: 7,42%2006: 8,69%2007: 13,41%2008: 8,69%2009: 19,93%2010: -4,37%2011: -0,47%2012: 16,47%2013: 11,97%2014: 32,77%2015: 22,89%2016: 5,21%2017: 15,18%
Variação no período: +10,06 p.p. Média anual: 0,27 p.p.
Taxa de juros real — Mauritânia, por ano Mauritânia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2017 15,18 +9,97 p.p.
2016 5,21 −17,69 p.p.
2015 22,89 −9,88 p.p.
2014 32,77 +20,79 p.p.
2013 11,97 −4,49 p.p.
2012 16,47 +16,94 p.p.
2011 -0,47 +3,9 p.p.
2010 -4,37 −24,3 p.p.
2009 19,93 +11,24 p.p.
2008 8,69 −4,73 p.p.
2007 13,41 +4,73 p.p.
2006 8,69 +1,27 p.p.
2005 7,42 −1,65 p.p.
2004 9,07 −6,74 p.p.
2003 15,81 +2,42 p.p.
2002 13,39 −2,37 p.p.
2001 15,76 −2,33 p.p.
2000 18,08 −4,08 p.p.
1999 22,17 +16,22 p.p.
1998 5,95 −2,9 p.p.
1997 8,85 −10,92 p.p.
1996 19,78 +2,77 p.p.
1995 17,01 +10,64 p.p.
1994 6,37 +1,3 p.p.
1993 5,07 −4,48 p.p.
1992 9,54 +31,76 p.p.
1991 -22,21 −29,38 p.p.
1990 7,17 +5,29 p.p.
1989 1,87 −4,4 p.p.
1988 6,28 +4,89 p.p.
1987 1,39 −3,03 p.p.
1986 4,42 +2,83 p.p.
1985 1,59 +0,61 p.p.
1984 0,98 −3,44 p.p.
1983 4,42 +2,68 p.p.
1982 1,74 −2,68 p.p.
1981 4,41 −0,7 p.p.
1980 5,12

África Ocidental, 2017

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Taxa de juros de empréstimo ajustada pela inflação medida pelo deflator do PIB. Mostra o custo real dos recursos emprestados para a economia. Valores negativos significam que a inflação desvaloriza a dívida mais rápido do que os juros se acumulam — situação vantajosa para quem toma emprestado e desvantajosa para credores e depositantes.

Importante: Não há agregados por grupo de países: seria preciso ponderar pelo volume de crédito, e essa série não existe no catálogo. A taxa já vem descontada a inflação, por isso valores negativos são normais — significam que o dinheiro custa menos do que a desvalorização.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.