Saldo em transações correntes — todos os países

Saldo em transações correntes — Nauru

Saldo em transações correntes em Nauru em 2031 — 2% PIB. Posição 42 no mundo, de um total de 188. Desde 2008, o indicador caiu 51,4 p.p..

2031 2% PIB +0 p.p. vs 2030
Posição no mundo 42de 188
Máximo do período 64,1% PIB2009
Mínimo do período -19,6% PIB2015

Evolução ao longo do tempo

2008–2031 · % do PIB

Saldo em transações correntes — Nauru, 2008–2031-2502550752008201120142017202020232026202920312008: 53,4% PIB2009: 64,1% PIB2010: 47,9% PIB2011: 28,8% PIB2012: 34,4% PIB2013: 51,6% PIB2014: 29% PIB2015: -19,6% PIB2016: 4,2% PIB2017: 12,4% PIB2018: 7,6% PIB2019: 4,6% PIB2020: 2,5% PIB2021: 4,5% PIB2022: 1,6% PIB2023: 1,2% PIB2024: 6% PIB2025: 2,7% PIB2026: 2,3% PIB2027: 2,1% PIB2028: 2,1% PIB2029: 2% PIB2030: 2% PIB2031: 2% PIB
Variação no período: −51,4 p.p. Média anual: -2,23 p.p.

Comparação, 2031

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nauru

Nauru 2% PIB
Mundo calculado 0,28% PIB
Ásia Oriental e Pacífico calculado 3,13% PIB
Micronésia (sub-região) calculado -6,5% PIB
Países de renda alta calculado 0,13% PIB
Saldo em transações correntes — Nauru, por ano Nauru Todos os países CSV XLSX
Ano % PIB Variação, p.p.
2031 2 +0 p.p.
2030 2 +0 p.p.
2029 2 −0,1 p.p.
2028 2,1 +0 p.p.
2027 2,1 −0,2 p.p.
2026 2,3 −0,4 p.p.
2025 2,7 −3,3 p.p.
2024 6 +4,8 p.p.
2023 1,2 −0,4 p.p.
2022 1,6 −2,9 p.p.
2021 4,5 +2 p.p.
2020 2,5 −2,1 p.p.
2019 4,6 −3 p.p.
2018 7,6 −4,8 p.p.
2017 12,4 +8,2 p.p.
2016 4,2 +23,8 p.p.
2015 -19,6 −48,6 p.p.
2014 29 −22,6 p.p.
2013 51,6 +17,2 p.p.
2012 34,4 +5,6 p.p.
2011 28,8 −19,1 p.p.
2010 47,9 −16,2 p.p.
2009 64,1 +10,7 p.p.
2008 53,4

Micronésia, 2031

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Saldo em transações correntes do balanço de pagamentos em porcentagem do PIB: comércio de bens e serviços, renda primária (juros, dividendos, remuneração do trabalho) e renda secundária (transferências). Um superávit significa que o país ganha no exterior mais do que gasta e acumula ativos externos; um déficit persistente exige financiamento por entrada de capital.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.