Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Uzbequistão

Remessas recebidas no Uzbequistão em 2025 — 21.003.039.892 US$. Posição 11 no mundo, de um total de 94. Desde 2005, o indicador aumentou 1.946,8%.

2025 21 bi US$ +26,68% vs 2024
Posição no mundo 11de 94
Máximo do período 21 bi US$2025
Mínimo do período 1,03 bi US$2005

Evolução ao longo do tempo

2005–2025 · US$

Remessas recebidas — Uzbequistão, 2005–2025010 bi20 bi30 bi200520072009201120132015201720192021202320252005: 1.026.125.524 US$2006: 1.417.694.342 US$2007: 1.706.573.278 US$2008: 3.629.959.095 US$2009: 2.178.092.136 US$2010: 3.435.379.055 US$2011: 4.907.420.019 US$2012: 6.087.971.429 US$2013: 6.441.534.871 US$2014: 6.814.316.320 US$2015: 4.843.179.722 US$2016: 5.795.061.401 US$2017: 7.130.151.739 US$2018: 7.609.613.692 US$2019: 8.546.153.773 US$2020: 7.083.725.806 US$2021: 9.276.845.181 US$2022: 15.512.123.644 US$2023: 14.168.883.803 US$2024: 16.579.258.955 US$2025: 21.003.039.892 US$
Variação no período: +19,98 bi (+1.946,83%) Taxa média anual: 16,29 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uzbequistão

Uzbequistão 21 bi US$
Mundo 804 bi US$
Ásia Central calculado 31,42 bi US$
Remessas recebidas — Uzbequistão, por ano Uzbequistão Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 21 bi +4,42 bi +26,68%
2024 16,58 bi +2,41 bi +17,01%
2023 14,17 bi −1,34 bi −8,66%
2022 15,51 bi +6,24 bi +67,21%
2021 9,28 bi +2,19 bi +30,96%
2020 7,08 bi −1,46 bi −17,11%
2019 8,55 bi +937 mi +12,31%
2018 7,61 bi +479 mi +6,72%
2017 7,13 bi +1,34 bi +23,04%
2016 5,8 bi +952 mi +19,65%
2015 4,84 bi −1,97 bi −28,93%
2014 6,81 bi +373 mi +5,79%
2013 6,44 bi +354 mi +5,81%
2012 6,09 bi +1,18 bi +24,06%
2011 4,91 bi +1,47 bi +42,85%
2010 3,44 bi +1,26 bi +57,72%
2009 2,18 bi −1,45 bi −40%
2008 3,63 bi +1,92 bi +112,7%
2007 1,71 bi +289 mi +20,38%
2006 1,42 bi +392 mi +38,16%
2005 1,03 bi

Ásia Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.