Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — UEEA

Remessas recebidas nos países da UEEA em 2025 — 5.588.402.064 US$. Desde 1994, o indicador aumentou 22,4%.

2025 5,59 bi US$ −33,27% vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 16,58 bi US$2019
Mínimo do período 352 mi US$1996

Evolução ao longo do tempo

1994–2025 · US$

Remessas recebidas — UEEA, 1994–202505 bi10 bi15 bi20 bi1994199820022006201020142018202220251994: 4.564.402.000 US$1995: 383.092.999 US$1996: 352.170.000 US$1997: 506.176.400 US$1998: 530.332.170 US$1999: 674.605.632 US$2000: 866.026.155 US$2001: 1.352.423.329 US$2002: 1.422.011.406 US$2003: 1.726.185.572 US$2004: 3.470.104.281 US$2005: 4.925.663.341 US$2006: 5.814.414.848 US$2007: 7.446.001.172 US$2008: 9.573.180.343 US$2009: 8.228.834.422 US$2010: 8.986.408.522 US$2011: 10.680.897.011 US$2012: 11.070.173.059 US$2013: 12.775.907.812 US$2014: 13.730.666.603 US$2015: 11.308.337.562 US$2016: 11.426.374.222 US$2017: 14.073.654.776 US$2018: 15.527.494.411 US$2019: 16.582.899.851 US$2020: 15.260.653.885 US$2021: 15.889.888.351 US$2022: 10.971.922.384 US$2023: 9.016.926.395 US$2024: 8.374.091.175 US$2025: 5.588.402.064 US$
Variação no período: +1,02 bi (+22,43%) Taxa média anual: 0,66 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: UEEA

UEEA 5,59 bi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — UEEA, por ano UEEA Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 5,59 bi −2,79 bi −33,27%
2024 8,37 bi −643 mi −7,13%
2023 9,02 bi −1,95 bi −17,82%
2022 10,97 bi −4,92 bi −30,95%
2021 15,89 bi +629 mi +4,12%
2020 15,26 bi −1,32 bi −7,97%
2019 16,58 bi +1,06 bi +6,8%
2018 15,53 bi +1,45 bi +10,33%
2017 14,07 bi +2,65 bi +23,17%
2016 11,43 bi +118 mi +1,04%
2015 11,31 bi −2,42 bi −17,64%
2014 13,73 bi +955 mi +7,47%
2013 12,78 bi +1,71 bi +15,41%
2012 11,07 bi +389 mi +3,64%
2011 10,68 bi +1,69 bi +18,86%
2010 8,99 bi +758 mi +9,21%
2009 8,23 bi −1,34 bi −14,04%
2008 9,57 bi +2,13 bi +28,57%
2007 7,45 bi +1,63 bi +28,06%
2006 5,81 bi +889 mi +18,04%
2005 4,93 bi +1,46 bi +41,95%
2004 3,47 bi +1,74 bi +101,03%
2003 1,73 bi +304 mi +21,39%
2002 1,42 bi +69,59 mi +5,15%
2001 1,35 bi +486 mi +56,16%
2000 866 mi +191 mi +28,38%
1999 675 mi +144 mi +27,2%
1998 530 mi +24,16 mi +4,77%
1997 506 mi +154 mi +43,73%
1996 352 mi −30,92 mi −8,07%
1995 383 mi −4,18 bi −91,61%
1994 4,56 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.