Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Melanésia

Remessas recebidas na Melanésia em 2024 — 523.238.494 US$. Desde 1982, o indicador aumentou 2.122,7%.

2024 523 mi US$ −9,38% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 1,01 bi US$2014
Mínimo do período 19,44 mi US$1983

Evolução ao longo do tempo

1982–2024 · US$

Remessas recebidas — Melanésia, 1982–20240500 mi1 bi1,5 bi1982198719921997200220072012201720221982: 23.540.530 US$1983: 19.442.432 US$1984: 24.436.348 US$1985: 41.996.086 US$1986: 44.777.433 US$1987: 48.909.589 US$1988: 40.675.519 US$1989: 37.535.588 US$1990: 35.593.858 US$1991: 49.253.048 US$1992: 57.511.795 US$1993: 58.628.751 US$1994: 67.665.823 US$1995: 54.505.989 US$1996: 84.087.153 US$1997: 64.112.033 US$1998: 43.364.666 US$1999: 43.023.278 US$2000: 68.357.679 US$2001: 106.467.812 US$2002: 445.061.433 US$2003: 586.922.250 US$2004: 688.506.515 US$2005: 734.651.429 US$2006: 761.783.592 US$2007: 700.197.453 US$2008: 716.298.382 US$2009: 709.148.304 US$2010: 697.024.612 US$2011: 805.789.708 US$2012: 962.630.322 US$2013: 986.434.556 US$2014: 1.010.207.198 US$2015: 927.442.745 US$2016: 965.245.715 US$2017: 385.300.166 US$2018: 428.772.386 US$2019: 493.487.473 US$2020: 474.040.711 US$2021: 647.601.038 US$2022: 752.421.153 US$2023: 577.408.041 US$2024: 523.238.494 US$
Variação no período: +500 mi (+2.122,71%) Taxa média anual: 7,66 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Melanésia

Melanésia 523 mi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — Melanésia, por ano Melanésia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 523 mi −54,17 mi −9,38%
2023 577 mi −175 mi −23,26%
2022 752 mi +105 mi +16,19%
2021 648 mi +174 mi +36,61%
2020 474 mi −19,45 mi −3,94%
2019 493 mi +64,72 mi +15,09%
2018 429 mi +43,47 mi +11,28%
2017 385 mi −580 mi −60,08%
2016 965 mi +37,8 mi +4,08%
2015 927 mi −82,76 mi −8,19%
2014 1,01 bi +23,77 mi +2,41%
2013 986 mi +23,8 mi +2,47%
2012 963 mi +157 mi +19,46%
2011 806 mi +109 mi +15,6%
2010 697 mi −12,12 mi −1,71%
2009 709 mi −7,15 mi −1%
2008 716 mi +16,1 mi +2,3%
2007 700 mi −61,59 mi −8,08%
2006 762 mi +27,13 mi +3,69%
2005 735 mi +46,14 mi +6,7%
2004 689 mi +102 mi +17,31%
2003 587 mi +142 mi +31,87%
2002 445 mi +339 mi +318,02%
2001 106 mi +38,11 mi +55,75%
2000 68,36 mi +25,33 mi +58,89%
1999 43,02 mi −341.388 −0,79%
1998 43,36 mi −20,75 mi −32,36%
1997 64,11 mi −19,98 mi −23,76%
1996 84,09 mi +29,58 mi +54,27%
1995 54,51 mi −13,16 mi −19,45%
1994 67,67 mi +9,04 mi +15,41%
1993 58,63 mi +1,12 mi +1,94%
1992 57,51 mi +8,26 mi +16,77%
1991 49,25 mi +13,66 mi +38,38%
1990 35,59 mi −1,94 mi −5,17%
1989 37,54 mi −3,14 mi −7,72%
1988 40,68 mi −8,23 mi −16,84%
1987 48,91 mi +4,13 mi +9,23%
1986 44,78 mi +2,78 mi +6,62%
1985 42 mi +17,56 mi +71,86%
1984 24,44 mi +4,99 mi +25,69%
1983 19,44 mi −4,1 mi −17,41%
1982 23,54 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.