Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Austrália e Nova Zelândia

Remessas recebidas na Austrália e na Nova Zelândia em 2022 — 1.616.549.130 US$. Desde 1972, o indicador aumentou 380,4%.

2022 1,62 bi US$ +24,07% vs 2021
Posição no mundo
Máximo do período 3,14 bi US$1991
Mínimo do período 337 mi US$1972

Evolução ao longo do tempo

1972–2022 · US$

Remessas recebidas — Austrália e Nova Zelândia, 1972–202201 bi2 bi3 bi4 bi197219771982198719921997200220072012201720221972: 336.526.924 US$1973: 436.632.797 US$1974: 470.905.594 US$1975: 444.007.996 US$1976: 432.646.385 US$1977: 470.190.689 US$1978: 571.175.949 US$1979: 703.257.050 US$1980: 887.745.331 US$1981: 1.000.385.040 US$1982: 1.065.717.804 US$1983: 1.201.032.135 US$1984: 1.231.412.354 US$1985: 1.265.372.162 US$1986: 1.357.000.427 US$1987: 1.775.538.697 US$1988: 2.376.664.246 US$1989: 2.987.227.172 US$1990: 3.131.431.335 US$1991: 3.136.044.800 US$1992: 2.528.483.948 US$1993: 1.934.836.060 US$1994: 2.431.739.380 US$1995: 2.090.518.697 US$1996: 2.557.674.820 US$1997: 1.549.088.093 US$1998: 761.030.783 US$1999: 789.343.247 US$2000: 733.634.407 US$2001: 705.542.740 US$2002: 698.244.346 US$2003: 941.988.075 US$2004: 1.147.002.282 US$2005: 1.292.443.704 US$2006: 1.349.525.826 US$2007: 1.725.504.509 US$2008: 1.947.388.172 US$2009: 1.665.690.367 US$2010: 2.234.975.707 US$2011: 2.904.603.925 US$2012: 2.902.417.539 US$2013: 2.920.376.645 US$2014: 2.864.762.277 US$2015: 2.706.387.636 US$2016: 2.584.917.200 US$2017: 2.496.897.599 US$2018: 2.290.202.368 US$2019: 2.151.745.884 US$2020: 1.539.520.271 US$2021: 1.302.884.867 US$2022: 1.616.549.130 US$
Variação no período: +1,28 bi (+380,36%) Taxa média anual: 3,19 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Austrália e Nova Zelândia

Austrália e Nova Zelândia 1,62 bi US$
Mundo 767 bi US$
Remessas recebidas — Austrália e Nova Zelândia, por ano Austrália e Nova Zelândia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2022 1,62 bi +314 mi +24,07%
2021 1,3 bi −237 mi −15,37%
2020 1,54 bi −612 mi −28,45%
2019 2,15 bi −138 mi −6,05%
2018 2,29 bi −207 mi −8,28%
2017 2,5 bi −88,02 mi −3,41%
2016 2,58 bi −121 mi −4,49%
2015 2,71 bi −158 mi −5,53%
2014 2,86 bi −55,61 mi −1,9%
2013 2,92 bi +17,96 mi +0,62%
2012 2,9 bi −2,19 mi −0,08%
2011 2,9 bi +670 mi +29,96%
2010 2,23 bi +569 mi +34,18%
2009 1,67 bi −282 mi −14,47%
2008 1,95 bi +222 mi +12,86%
2007 1,73 bi +376 mi +27,86%
2006 1,35 bi +57,08 mi +4,42%
2005 1,29 bi +145 mi +12,68%
2004 1,15 bi +205 mi +21,76%
2003 942 mi +244 mi +34,91%
2002 698 mi −7,3 mi −1,03%
2001 706 mi −28,09 mi −3,83%
2000 734 mi −55,71 mi −7,06%
1999 789 mi +28,31 mi +3,72%
1998 761 mi −788 mi −50,87%
1997 1,55 bi −1,01 bi −39,43%
1996 2,56 bi +467 mi +22,35%
1995 2,09 bi −341 mi −14,03%
1994 2,43 bi +497 mi +25,68%
1993 1,93 bi −594 mi −23,48%
1992 2,53 bi −608 mi −19,37%
1991 3,14 bi +4,61 mi +0,15%
1990 3,13 bi +144 mi +4,83%
1989 2,99 bi +611 mi +25,69%
1988 2,38 bi +601 mi +33,86%
1987 1,78 bi +419 mi +30,84%
1986 1,36 bi +91,63 mi +7,24%
1985 1,27 bi +33,96 mi +2,76%
1984 1,23 bi +30,38 mi +2,53%
1983 1,2 bi +135 mi +12,7%
1982 1,07 bi +65,33 mi +6,53%
1981 1 bi +113 mi +12,69%
1980 888 mi +184 mi +26,23%
1979 703 mi +132 mi +23,12%
1978 571 mi +101 mi +21,48%
1977 470 mi +37,54 mi +8,68%
1976 433 mi −11,36 mi −2,56%
1975 444 mi −26,9 mi −5,71%
1974 471 mi +34,27 mi +7,85%
1973 437 mi +100 mi +29,75%
1972 337 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.