Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Portugal

Agências bancárias em Portugal em 2024 — 28,34 por 100 mil. Posição 21 no mundo, de um total de 153. Desde 2004, o indicador caiu 57,6%.

2024 28,34 por 100 mil −2,4% vs 2023
Posição no mundo 21de 153
Máximo do período 71,02 por 100 mil2006
Mínimo do período 28,34 por 100 mil2024

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Portugal, 2004–202420406080200420062008201020122014201620182020202220242004: 66,82 por 100 mil2005: 68,54 por 100 mil2006: 71,02 por 100 mil2007: 61,67 por 100 mil2008: 64,34 por 100 mil2009: 65,93 por 100 mil2010: 66,04 por 100 mil2011: 64,13 por 100 mil2012: 61,33 por 100 mil2013: 58,26 por 100 mil2014: 53,57 por 100 mil2015: 35,59 por 100 mil2016: 42,8 por 100 mil2017: 39,18 por 100 mil2018: 35,57 por 100 mil2019: 34,65 por 100 mil2020: 32,98 por 100 mil2021: 30,62 por 100 mil2022: 29,73 por 100 mil2023: 29,04 por 100 mil2024: 28,34 por 100 mil
Variação no período: −38,48 (−57,58%) Taxa média anual: -4,2 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Portugal

Portugal 28,34 por 100 mil
Mundo 11,12 por 100 mil
Europa e Ásia Central 18,97 por 100 mil
Europa do Sul calculado 28,5 por 100 mil
Agências bancárias — Portugal, por ano Portugal Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 28,34 −0,7 −2,4%
2023 29,04 −0,69 −2,32%
2022 29,73 −0,89 −2,91%
2021 30,62 −2,36 −7,15%
2020 32,98 −1,67 −4,82%
2019 34,65 −0,92 −2,58%
2018 35,57 −3,62 −9,23%
2017 39,18 −3,62 −8,45%
2016 42,8 +7,21 +20,27%
2015 35,59 −17,99 −33,57%
2014 53,57 −4,69 −8,05%
2013 58,26 −3,07 −5,01%
2012 61,33 −2,8 −4,37%
2011 64,13 −1,91 −2,89%
2010 66,04 +0,11 +0,17%
2009 65,93 +1,59 +2,47%
2008 64,34 +2,67 +4,33%
2007 61,67 −9,35 −13,17%
2006 71,02 +2,48 +3,61%
2005 68,54 +1,72 +2,57%
2004 66,82

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.