Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Burundi

Agências bancárias no Burundi em 2022 — 3,24 por 100 mil. Posição 151 no mundo, de um total de 167. Desde 2004, o indicador aumentou 112,4%.

2022 3,24 por 100 mil +4,93% vs 2021
Posição no mundo 151de 167
Máximo do período 3,24 por 100 mil2022
Mínimo do período 1,52 por 100 mil2004

Evolução ao longo do tempo

2004–2022 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Burundi, 2004–20221,522,533,520042006200820102012201420162018202020222004: 1,52 por 100 mil2005: 1,56 por 100 mil2006: 1,68 por 100 mil2007: 1,8 por 100 mil2008: 1,83 por 100 mil2009: 1,95 por 100 mil2010: 2,16 por 100 mil2011: 2,36 por 100 mil2012: 2,56 por 100 mil2013: 3,04 por 100 mil2014: 2,97 por 100 mil2015: 3,06 por 100 mil2016: 3,13 por 100 mil2017: 3,07 por 100 mil2018: 2,97 por 100 mil2019: 2,91 por 100 mil2020: 3 por 100 mil2021: 3,09 por 100 mil2022: 3,24 por 100 mil
Variação no período: +1,71 (+112,45%) Taxa média anual: 4,28 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Burundi

Burundi 3,24 por 100 mil
Mundo 10,59 por 100 mil
África Subsaariana 3,82 por 100 mil
África Oriental calculado 5,58 por 100 mil
Agências bancárias — Burundi, por ano Burundi Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2022 3,24 +0,15 +4,93%
2021 3,09 +0,08 +2,76%
2020 3 +0,09 +3,09%
2019 2,91 −0,06 −1,9%
2018 2,97 −0,1 −3,32%
2017 3,07 −0,06 −1,89%
2016 3,13 +0,07 +2,34%
2015 3,06 +0,09 +2,96%
2014 2,97 −0,07 −2,15%
2013 3,04 +0,48 +18,58%
2012 2,56 +0,21 +8,73%
2011 2,36 +0,2 +9,24%
2010 2,16 +0,2 +10,45%
2009 1,95 +0,13 +6,96%
2008 1,83 +0,03 +1,59%
2007 1,8 +0,12 +6,84%
2006 1,68 +0,13 +8,11%
2005 1,56 +0,03 +2,03%
2004 1,52

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.