Participação das energias renováveis no consumo final — todos os países

Participação das energias renováveis no consumo final — Nicarágua

Participação das energias renováveis no consumo final na Nicarágua em 2021 — 50,4%. Posição 48 no mundo, de um total de 212. Desde 1990, o indicador caiu 18,4 p.p..

2021 50,4% −1,8 p.p. vs 2020
Posição no mundo 48de 212
Máximo do período 70,6%1991
Mínimo do período 48,9%2017

Evolução ao longo do tempo

1990–2021 · % do consumo final

Participação das energias renováveis no consumo final — Nicarágua, 1990–202140506070801990199419982002200620102014201820211990: 68,8%1991: 70,6%1992: 67,2%1993: 67,7%1994: 64,6%1995: 64,6%1996: 63,9%1997: 62,8%1998: 60,5%1999: 59,4%2000: 58,4%2001: 56,7%2002: 54,7%2003: 51,5%2004: 51,2%2005: 52,8%2006: 53,3%2007: 52,6%2008: 53,8%2009: 54,6%2010: 54,4%2011: 53,3%2012: 53,3%2013: 54,3%2014: 53%2015: 50%2016: 49,5%2017: 48,9%2018: 51,3%2019: 50,5%2020: 52,2%2021: 50,4%
Variação no período: −18,4 p.p. Média anual: -0,59 p.p.
Participação das energias renováveis no consumo final — Nicarágua, por ano Nicarágua Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2021 50,4 −1,8 p.p.
2020 52,2 +1,7 p.p.
2019 50,5 −0,8 p.p.
2018 51,3 +2,4 p.p.
2017 48,9 −0,6 p.p.
2016 49,5 −0,5 p.p.
2015 50 −3 p.p.
2014 53 −1,3 p.p.
2013 54,3 +1 p.p.
2012 53,3 +0 p.p.
2011 53,3 −1,1 p.p.
2010 54,4 −0,2 p.p.
2009 54,6 +0,8 p.p.
2008 53,8 +1,2 p.p.
2007 52,6 −0,7 p.p.
2006 53,3 +0,5 p.p.
2005 52,8 +1,6 p.p.
2004 51,2 −0,3 p.p.
2003 51,5 −3,2 p.p.
2002 54,7 −2 p.p.
2001 56,7 −1,7 p.p.
2000 58,4 −1 p.p.
1999 59,4 −1,1 p.p.
1998 60,5 −2,3 p.p.
1997 62,8 −1,1 p.p.
1996 63,9 −0,7 p.p.
1995 64,6 +0 p.p.
1994 64,6 −3,1 p.p.
1993 67,7 +0,5 p.p.
1992 67,2 −3,4 p.p.
1991 70,6 +1,8 p.p.
1990 68,8

América Central, 2021

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação da energia de fontes renováveis no consumo final total de energia — não apenas na geração de eletricidade, mas também no aquecimento e no transporte. Valores altos em países de renda baixa costumam ser explicados não pela energia “verde”, e sim pelo uso tradicional de lenha para cozinhar.

Importante: Não há agregados por grupos de países: o denominador correto é o próprio consumo final de energia, e quem o publica é o Energy Institute, cujos termos proíbem a republicação. Ponderar pela população seria aqui especialmente errado — nos países mais pobres a participação das renováveis é alta por causa da lenha, e o valor mundial sairia superestimado.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.