Participação das energias renováveis no consumo final — todos os países

Participação das energias renováveis no consumo final — Laos

Participação das energias renováveis no consumo final no Laos em 2022 — 49,2%. Posição 20 no mundo, de um total de 71. Desde 1990, o indicador caiu 39,2 p.p..

2022 49,2% −2,3 p.p. vs 2021
Posição no mundo 20de 71
Máximo do período 88,4%1990
Mínimo do período 49,2%2022

Evolução ao longo do tempo

1990–2022 · % do consumo final

Participação das energias renováveis no consumo final — Laos, 1990–20224050607080901990199419982002200620102014201820221990: 88,4%1991: 88%1992: 87%1993: 86,7%1994: 86,3%1995: 85,6%1996: 84,9%1997: 84,6%1998: 86,6%1999: 86,6%2000: 81,5%2001: 81,1%2002: 80,2%2003: 78,7%2004: 74%2005: 73,9%2006: 69,8%2007: 70,7%2008: 69,3%2009: 66,4%2010: 64,8%2011: 63,6%2012: 62,4%2013: 58,6%2014: 58,2%2015: 53,3%2016: 51,7%2017: 50,6%2018: 50,2%2019: 50,5%2020: 50,6%2021: 51,5%2022: 49,2%
Variação no período: −39,2 p.p. Média anual: -1,23 p.p.
Participação das energias renováveis no consumo final — Laos, por ano Laos Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 49,2 −2,3 p.p.
2021 51,5 +0,9 p.p.
2020 50,6 +0,1 p.p.
2019 50,5 +0,3 p.p.
2018 50,2 −0,4 p.p.
2017 50,6 −1,1 p.p.
2016 51,7 −1,6 p.p.
2015 53,3 −4,9 p.p.
2014 58,2 −0,4 p.p.
2013 58,6 −3,8 p.p.
2012 62,4 −1,2 p.p.
2011 63,6 −1,2 p.p.
2010 64,8 −1,6 p.p.
2009 66,4 −2,9 p.p.
2008 69,3 −1,4 p.p.
2007 70,7 +0,9 p.p.
2006 69,8 −4,1 p.p.
2005 73,9 −0,1 p.p.
2004 74 −4,7 p.p.
2003 78,7 −1,5 p.p.
2002 80,2 −0,9 p.p.
2001 81,1 −0,4 p.p.
2000 81,5 −5,1 p.p.
1999 86,6 +0 p.p.
1998 86,6 +2 p.p.
1997 84,6 −0,3 p.p.
1996 84,9 −0,7 p.p.
1995 85,6 −0,7 p.p.
1994 86,3 −0,4 p.p.
1993 86,7 −0,3 p.p.
1992 87 −1 p.p.
1991 88 −0,4 p.p.
1990 88,4

Sudeste Asiático, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação da energia de fontes renováveis no consumo final total de energia — não apenas na geração de eletricidade, mas também no aquecimento e no transporte. Valores altos em países de renda baixa costumam ser explicados não pela energia “verde”, e sim pelo uso tradicional de lenha para cozinhar.

Importante: Não há agregados por grupos de países: o denominador correto é o próprio consumo final de energia, e quem o publica é o Energy Institute, cujos termos proíbem a republicação. Ponderar pela população seria aqui especialmente errado — nos países mais pobres a participação das renováveis é alta por causa da lenha, e o valor mundial sairia superestimado.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.