Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Macedônia do Norte

Intensidade de carbono da economia na Macedônia do Norte em 2022 — 0,256 kg/$. Posição 111 no mundo, de um total de 164. Desde 1952, o indicador caiu 50,8%.

2022 0,256 kg/$ +10,82% vs 2021
Posição no mundo 111de 164
Máximo do período 0,673 kg/$1996
Mínimo do período 0,231 kg/$2021

Evolução ao longo do tempo

1952–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Macedônia do Norte, 1952–202200,20,40,60,8195219591966197319801987199420012008201520221952: 0,52 kg/$1954: 0,558 kg/$1956: 0,594 kg/$1958: 0,534 kg/$1960: 0,608 kg/$1962: 0,624 kg/$1964: 0,514 kg/$1966: 0,522 kg/$1968: 0,518 kg/$1970: 0,588 kg/$1972: 0,526 kg/$1974: 0,563 kg/$1976: 0,553 kg/$1978: 0,522 kg/$1980: 0,513 kg/$1982: 0,498 kg/$1984: 0,563 kg/$1986: 0,567 kg/$1988: 0,598 kg/$1990: 0,65 kg/$1992: 0,556 kg/$1994: 0,571 kg/$1996: 0,673 kg/$1998: 0,652 kg/$2000: 0,519 kg/$2002: 0,489 kg/$2004: 0,475 kg/$2006: 0,45 kg/$2008: 0,411 kg/$2010: 0,362 kg/$2012: 0,366 kg/$2014: 0,291 kg/$2016: 0,251 kg/$2018: 0,243 kg/$2020: 0,258 kg/$2022: 0,256 kg/$
Variação no período: −0,264 (−50,77%) Taxa média anual: -1,01 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Macedônia do Norte

Macedônia do Norte 0,256 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa do Sul calculado 0,165 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Macedônia do Norte, por ano Macedônia do Norte Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,256 +0,025 +10,82%
2021 0,231 −0,027 −10,47%
2020 0,258 −0,01 −3,73%
2019 0,268 +0,025 +10,29%
2018 0,243 −0,024 −8,99%
2017 0,267 +0,016 +6,37%
2016 0,251 −0,012 −4,56%
2015 0,263 −0,028 −9,62%
2014 0,291 −0,023 −7,32%
2013 0,314 −0,052 −14,21%
2012 0,366 −0,014 −3,68%
2011 0,38 +0,018 +4,97%
2010 0,362 −0,017 −4,49%
2009 0,379 −0,032 −7,79%
2008 0,411 −0,028 −6,38%
2007 0,439 −0,011 −2,44%
2006 0,45 −0,022 −4,66%
2005 0,472 −0,003 −0,63%
2004 0,475 −0,043 −8,3%
2003 0,518 +0,029 +5,93%
2002 0,489 −0,033 −6,32%
2001 0,522 +0,003 +0,58%
2000 0,519 −0,047 −8,3%
1999 0,566 −0,086 −13,19%
1998 0,652 +0,059 +9,95%
1997 0,593 −0,08 −11,89%
1996 0,673 +0,097 +16,84%
1995 0,576 +0,005 +0,88%
1994 0,571 +0,029 +5,35%
1993 0,542 −0,014 −2,52%
1992 0,556 +0,072 +14,88%
1991 0,484 −0,166 −25,54%
1990 0,65 +0,065 +11,11%
1989 0,585 −0,013 −2,17%
1988 0,598 +0,038 +6,79%
1987 0,56 −0,007 −1,23%
1986 0,567 −0,013 −2,24%
1985 0,58 +0,017 +3,02%
1984 0,563 +0,013 +2,36%
1983 0,55 +0,052 +10,44%
1982 0,498 −0,053 −9,62%
1981 0,551 +0,038 +7,41%
1980 0,513 −0,017 −3,21%
1979 0,53 +0,008 +1,53%
1978 0,522 +0,018 +3,57%
1977 0,504 −0,049 −8,86%
1976 0,553 −0,007 −1,25%
1975 0,56 −0,003 −0,53%
1974 0,563 −0,031 −5,22%
1973 0,594 +0,068 +12,93%
1972 0,526 −0,068 −11,45%
1971 0,594 +0,006 +1,02%
1970 0,588 +0,103 +21,24%
1969 0,485 −0,033 −6,37%
1968 0,518 +0,015 +2,98%
1967 0,503 −0,019 −3,64%
1966 0,522 −0,053 −9,22%
1965 0,575 +0,061 +11,87%
1964 0,514 −0,074 −12,59%
1963 0,588 −0,036 −5,77%
1962 0,624 +0,001 +0,16%
1961 0,623 +0,015 +2,47%
1960 0,608 +0,013 +2,18%
1959 0,595 +0,061 +11,42%
1958 0,534 −0,051 −8,72%
1957 0,585 −0,009 −1,52%
1956 0,594 +0,071 +13,58%
1955 0,523 −0,035 −6,27%
1954 0,558 +0,072 +14,81%
1953 0,486 −0,034 −6,54%
1952 0,52

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.