Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Guiné-Bissau

Intensidade de carbono da economia na Guiné-Bissau em 2022 — 0,106 kg/$. Posição 17 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 278,6%.

2022 0,106 kg/$ −2,75% vs 2021
Posição no mundo 17de 164
Máximo do período 0,189 kg/$1989
Mínimo do período 0,013 kg/$1951

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Guiné-Bissau, 1950–202200,050,10,150,219501958196619741982199019982006201420221950: 0,028 kg/$1952: 0,037 kg/$1954: 0,019 kg/$1956: 0,026 kg/$1958: 0,024 kg/$1960: 0,037 kg/$1962: 0,071 kg/$1964: 0,094 kg/$1966: 0,095 kg/$1968: 0,08 kg/$1970: 0,08 kg/$1972: 0,075 kg/$1974: 0,11 kg/$1976: 0,09 kg/$1978: 0,092 kg/$1980: 0,154 kg/$1982: 0,145 kg/$1984: 0,16 kg/$1986: 0,176 kg/$1988: 0,184 kg/$1990: 0,075 kg/$1992: 0,071 kg/$1994: 0,071 kg/$1996: 0,066 kg/$1998: 0,067 kg/$2000: 0,035 kg/$2002: 0,041 kg/$2004: 0,028 kg/$2006: 0,069 kg/$2008: 0,064 kg/$2010: 0,051 kg/$2012: 0,053 kg/$2014: 0,063 kg/$2016: 0,067 kg/$2018: 0,071 kg/$2020: 0,106 kg/$2022: 0,106 kg/$
Variação no período: +0,078 (+278,57%) Taxa média anual: 1,87 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 0,106 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
África Subsaariana calculado 0,202 kg/$
África Ocidental calculado 0,134 kg/$
Países de renda baixa calculado 0,15 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,106 −0,003 −2,75%
2021 0,109 +0,003 +2,83%
2020 0,106 +0,017 +19,1%
2019 0,089 +0,018 +25,35%
2018 0,071 +0,002 +2,9%
2017 0,069 +0,002 +2,99%
2016 0,067 +0,002 +3,08%
2015 0,065 +0,002 +3,17%
2014 0,063 −0,001 −1,56%
2013 0,064 +0,011 +20,75%
2012 0,053 +0,003 +6%
2011 0,05 −0,001 −1,96%
2010 0,051 −0,001 −1,92%
2009 0,052 −0,012 −18,75%
2008 0,064 +0,016 +33,33%
2007 0,048 −0,021 −30,43%
2006 0,069 +0,014 +25,45%
2005 0,055 +0,027 +96,43%
2004 0,028 −0,02 −41,67%
2003 0,048 +0,007 +17,07%
2002 0,041 +0,01 +32,26%
2001 0,031 −0,004 −11,43%
2000 0,035 −0,032 −47,76%
1999 0,067 +0 +0%
1998 0,067 −0,007 −9,46%
1997 0,074 +0,008 +12,12%
1996 0,066 −0,005 −7,04%
1995 0,071 +0 +0%
1994 0,071 −0,002 −2,74%
1993 0,073 +0,002 +2,82%
1992 0,071 −0,002 −2,74%
1991 0,073 −0,002 −2,67%
1990 0,075 −0,114 −60,32%
1989 0,189 +0,005 +2,72%
1988 0,184 +0,007 +3,95%
1987 0,177 +0,001 +0,57%
1986 0,176 +0,012 +7,32%
1985 0,164 +0,004 +2,5%
1984 0,16 +0,01 +6,67%
1983 0,15 +0,005 +3,45%
1982 0,145 −0,006 −3,97%
1981 0,151 −0,003 −1,95%
1980 0,154 +0,057 +58,76%
1979 0,097 +0,005 +5,43%
1978 0,092 −0,013 −12,38%
1977 0,105 +0,015 +16,67%
1976 0,09 −0,023 −20,35%
1975 0,113 +0,003 +2,73%
1974 0,11 −0,013 −10,57%
1973 0,123 +0,048 +64%
1972 0,075 −0,013 −14,77%
1971 0,088 +0,008 +10%
1970 0,08 +0,009 +12,68%
1969 0,071 −0,009 −11,25%
1968 0,08 +0,016 +25%
1967 0,064 −0,031 −32,63%
1966 0,095 −0,005 −5%
1965 0,1 +0,006 +6,38%
1964 0,094 +0,013 +16,05%
1963 0,081 +0,01 +14,08%
1962 0,071 +0,016 +29,09%
1961 0,055 +0,018 +48,65%
1960 0,037 +0,006 +19,35%
1959 0,031 +0,007 +29,17%
1958 0,024 −0,001 −4%
1957 0,025 −0,001 −3,85%
1956 0,026 −0,004 −13,33%
1955 0,03 +0,011 +57,89%
1954 0,019 −0,004 −17,39%
1953 0,023 −0,014 −37,84%
1952 0,037 +0,024 +184,62%
1951 0,013 −0,015 −53,57%
1950 0,028

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.