Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Bangladesh

Intensidade de carbono da economia no Bangladesh em 2022 — 0,119 kg/$. Posição 29 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 376%.

2022 0,119 kg/$ −2,46% vs 2021
Posição no mundo 29de 164
Máximo do período 0,146 kg/$2001
Mínimo do período 0,025 kg/$1950

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Bangladesh, 1950–202200,050,10,1519501958196619741982199019982006201420221950: 0,025 kg/$1952: 0,032 kg/$1954: 0,032 kg/$1956: 0,037 kg/$1958: 0,045 kg/$1960: 0,047 kg/$1962: 0,051 kg/$1964: 0,053 kg/$1966: 0,054 kg/$1968: 0,061 kg/$1970: 0,056 kg/$1972: 0,061 kg/$1974: 0,072 kg/$1976: 0,083 kg/$1978: 0,082 kg/$1980: 0,099 kg/$1982: 0,106 kg/$1984: 0,102 kg/$1986: 0,119 kg/$1988: 0,132 kg/$1990: 0,126 kg/$1992: 0,125 kg/$1994: 0,128 kg/$1996: 0,139 kg/$1998: 0,132 kg/$2000: 0,132 kg/$2002: 0,141 kg/$2004: 0,138 kg/$2006: 0,138 kg/$2008: 0,13 kg/$2010: 0,135 kg/$2012: 0,13 kg/$2014: 0,131 kg/$2016: 0,139 kg/$2018: 0,128 kg/$2020: 0,127 kg/$2022: 0,119 kg/$
Variação no período: +0,094 (+376%) Taxa média anual: 2,19 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bangladesh

Bangladesh 0,119 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Ásia do Sul calculado 0,242 kg/$
Ásia do Sul (sub-região) calculado 0,264 kg/$
Países de renda média-baixa calculado 0,246 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Bangladesh, por ano Bangladesh Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,119 −0,003 −2,46%
2021 0,122 −0,005 −3,94%
2020 0,127 −0,005 −3,79%
2019 0,132 +0,004 +3,13%
2018 0,128 −0,009 −6,57%
2017 0,137 −0,002 −1,44%
2016 0,139 +0 +0%
2015 0,139 +0,008 +6,11%
2014 0,131 −0,002 −1,5%
2013 0,133 +0,003 +2,31%
2012 0,13 +0,001 +0,78%
2011 0,129 −0,006 −4,44%
2010 0,135 +0,003 +2,27%
2009 0,132 +0,002 +1,54%
2008 0,13 +0 +0%
2007 0,13 −0,008 −5,8%
2006 0,138 +0,003 +2,22%
2005 0,135 −0,003 −2,17%
2004 0,138 +0 +0%
2003 0,138 −0,003 −2,13%
2002 0,141 −0,005 −3,42%
2001 0,146 +0,014 +10,61%
2000 0,132 −0,002 −1,49%
1999 0,134 +0,002 +1,52%
1998 0,132 −0,008 −5,71%
1997 0,14 +0,001 +0,72%
1996 0,139 −0,005 −3,47%
1995 0,144 +0,016 +12,5%
1994 0,128 +0,004 +3,23%
1993 0,124 −0,001 −0,8%
1992 0,125 −0,001 −0,79%
1991 0,126 +0 +0%
1990 0,126 −0,001 −0,79%
1989 0,127 −0,005 −3,79%
1988 0,132 +0,014 +11,86%
1987 0,118 −0,001 −0,84%
1986 0,119 +0,008 +7,21%
1985 0,111 +0,009 +8,82%
1984 0,102 +0,005 +5,15%
1983 0,097 −0,009 −8,49%
1982 0,106 +0,007 +7,07%
1981 0,099 +0 +0%
1980 0,099 +0,012 +13,79%
1979 0,087 +0,005 +6,1%
1978 0,082 −0,003 −3,53%
1977 0,085 +0,002 +2,41%
1976 0,083 +0,007 +9,21%
1975 0,076 +0,004 +5,56%
1974 0,072 −0,007 −8,86%
1973 0,079 +0,018 +29,51%
1972 0,061 +0,005 +8,93%
1971 0,056 +0 +0%
1970 0,056 −0,002 −3,45%
1969 0,058 −0,003 −4,92%
1968 0,061 +0,003 +5,17%
1967 0,058 +0,004 +7,41%
1966 0,054 +0,001 +1,89%
1965 0,053 +0 +0%
1964 0,053 +0 +0%
1963 0,053 +0,002 +3,92%
1962 0,051 +0,005 +10,87%
1961 0,046 −0,001 −2,13%
1960 0,047 +0,006 +14,63%
1959 0,041 −0,004 −8,89%
1958 0,045 +0,006 +15,38%
1957 0,039 +0,002 +5,41%
1956 0,037 +0,003 +8,82%
1955 0,034 +0,002 +6,25%
1954 0,032 +0 +0%
1953 0,032 +0 +0%
1952 0,032 +0,001 +3,23%
1951 0,031 +0,006 +24%
1950 0,025

Ásia do Sul, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.