Emissões de CO₂ do gás — todos os países

Emissões de CO₂ do gás — Angola

Emissões de CO₂ do gás em Angola em 2024 — 1,77 Mt. Posição 39 no mundo, de um total de 128. Desde 1970, o indicador aumentou 2.002,4%.

2024 1,77 Mt +1,38% vs 2023
Posição no mundo 39de 128
Máximo do período 2,49 Mt2020
Mínimo do período 0,08 Mt1970

Evolução ao longo do tempo

1970–2024 · milhões de toneladas

Emissões de CO₂ do gás — Angola, 1970–2024012319701976198219881994200020062012201820241970: 0,08 Mt1971: 0,08 Mt1972: 0,11 Mt1973: 0,13 Mt1974: 0,13 Mt1975: 0,13 Mt1976: 0,11 Mt1977: 0,14 Mt1978: 0,14 Mt1979: 0,14 Mt1980: 0,15 Mt1981: 0,17 Mt1982: 0,17 Mt1983: 0,2 Mt1984: 0,22 Mt1985: 0,22 Mt1986: 0,25 Mt1987: 0,3 Mt1988: 0,3 Mt1989: 0,32 Mt1990: 1,01 Mt1991: 1,08 Mt1992: 1,07 Mt1993: 1,05 Mt1994: 0,97 Mt1995: 1,05 Mt1996: 1,05 Mt1997: 1,07 Mt1998: 1,09 Mt1999: 1,05 Mt2000: 1,09 Mt2001: 0,99 Mt2002: 1,16 Mt2003: 1,22 Mt2004: 1,44 Mt2005: 1,25 Mt2006: 1,3 Mt2007: 1,59 Mt2008: 1,27 Mt2009: 1,29 Mt2010: 1,37 Mt2011: 1,4 Mt2012: 1,42 Mt2013: 0,77 Mt2014: 0,58 Mt2015: 1,44 Mt2016: 1,5 Mt2017: 1,57 Mt2018: 1,61 Mt2019: 2,43 Mt2020: 2,49 Mt2021: 2,47 Mt2022: 1,93 Mt2023: 1,74 Mt2024: 1,77 Mt
Variação no período: +1,68 (+2.002,38%) Taxa média anual: 5,8 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Angola

Angola 1,77 Mt
África Central calculado 11,93 Mt
Emissões de CO₂ do gás — Angola, por ano Angola Todos os países CSV XLSX
Ano Mt Variação Variação, %
2024 1,77 +0,02 +1,38%
2023 1,74 −0,19 −9,6%
2022 1,93 −0,54 −21,86%
2021 2,47 −0,02 −0,88%
2020 2,49 +0,06 +2,43%
2019 2,43 +0,82 +51,06%
2018 1,61 +0,04 +2,29%
2017 1,57 +0,08 +5,15%
2016 1,5 +0,06 +3,82%
2015 1,44 +0,86 +148,7%
2014 0,58 −0,19 −24,41%
2013 0,77 −0,66 −46,13%
2012 1,42 +0,02 +1,35%
2011 1,4 +0,03 +2,41%
2010 1,37 +0,08 +6,2%
2009 1,29 +0,02 +1,49%
2008 1,27 −0,32 −20,26%
2007 1,59 +0,29 +22,24%
2006 1,3 +0,05 +4,4%
2005 1,25 −0,19 −13,26%
2004 1,44 +0,22 +18,42%
2003 1,22 +0,06 +5,01%
2002 1,16 +0,17 +17,09%
2001 0,99 −0,1 −8,85%
2000 1,09 +0,04 +3,53%
1999 1,05 −0,04 −3,41%
1998 1,09 +0,02 +1,78%
1997 1,07 +0,02 +1,72%
1996 1,05 +0 +0%
1995 1,05 +0,08 +7,82%
1994 0,97 −0,08 −7,25%
1993 1,05 −0,02 −1,69%
1992 1,07 −0,02 −1,66%
1991 1,08 +0,07 +7,22%
1990 1,01 +0,69 +216,93%
1989 0,32 +0,02 +6,33%
1988 0,3 +0 +1,01%
1987 0,3 +0,05 +21,22%
1986 0,25 +0,03 +11,36%
1985 0,22 +0 +0%
1984 0,22 +0,02 +11,11%
1983 0,2 +0,03 +15,12%
1982 0,17 +0 +0%
1981 0,17 +0,03 +17,01%
1980 0,15 +0,01 +8,09%
1979 0,14 +0 +0%
1978 0,14 +0 +0%
1977 0,14 +0,03 +23,64%
1976 0,11 −0,02 −12%
1975 0,13 −0,01 −5,3%
1974 0,13 +0,01 +5,6%
1973 0,13 +0,02 +13,64%
1972 0,11 +0,03 +30,95%
1971 0,08 +0 +0%
1970 0,08

África Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono pela queima de gás natural. Por unidade de energia o gás gera cerca da metade do CO₂ do carvão, e nisso se apoia o argumento do gás como combustível de transição. O argumento, porém, é incompleto: os vazamentos de metano na extração e no transporte consomem parcial ou totalmente o ganho, e o metano não entra nesta série — está contabilizado em separado.

Importante: Apenas a queima. Os vazamentos de metano na extração e no transporte não entram nesta série, embora sejam justamente eles que determinam o quanto o gás é de fato mais limpo que o carvão.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.