Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Uzbequistão

Perdas nas redes elétricas no Uzbequistão em 2023 — 4,93%. Posição 23 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador caiu 4,46 p.p..

2023 4,93% +0,38 p.p. vs 2022
Posição no mundo 23de 148
Máximo do período 18,32%2004
Mínimo do período 3,35%2021

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Uzbequistão, 1990–2023051015201990199419982002200620102014201820221990: 9,39%1991: 9,36%1992: 9,37%1993: 9,07%1994: 9,07%1995: 8,73%1996: 8,94%1997: 8,7%1998: 9,04%1999: 9,24%2000: 9,25%2001: 15,34%2002: 16,42%2003: 17,63%2004: 18,32%2005: 16,89%2006: 13,42%2007: 13,38%2008: 14,73%2009: 15,3%2010: 17,28%2011: 16,69%2012: 16,34%2013: 16,77%2014: 16,49%2015: 15,71%2016: 15,5%2017: 16,16%2018: 7,67%2019: 7,4%2020: 15%2021: 3,35%2022: 4,55%2023: 4,93%
Variação no período: −4,46 p.p. Média anual: -0,14 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uzbequistão

Uzbequistão 4,93%
Mundo 6,95%
Ásia Central calculado 9,36%
Perdas nas redes elétricas — Uzbequistão, por ano Uzbequistão Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 4,93 +0,38 p.p.
2022 4,55 +1,2 p.p.
2021 3,35 −11,65 p.p.
2020 15 +7,6 p.p.
2019 7,4 −0,27 p.p.
2018 7,67 −8,49 p.p.
2017 16,16 +0,66 p.p.
2016 15,5 −0,21 p.p.
2015 15,71 −0,78 p.p.
2014 16,49 −0,28 p.p.
2013 16,77 +0,44 p.p.
2012 16,34 −0,35 p.p.
2011 16,69 −0,59 p.p.
2010 17,28 +1,98 p.p.
2009 15,3 +0,57 p.p.
2008 14,73 +1,35 p.p.
2007 13,38 −0,04 p.p.
2006 13,42 −3,47 p.p.
2005 16,89 −1,43 p.p.
2004 18,32 +0,69 p.p.
2003 17,63 +1,21 p.p.
2002 16,42 +1,07 p.p.
2001 15,34 +6,09 p.p.
2000 9,25 +0,01 p.p.
1999 9,24 +0,2 p.p.
1998 9,04 +0,34 p.p.
1997 8,7 −0,24 p.p.
1996 8,94 +0,21 p.p.
1995 8,73 −0,34 p.p.
1994 9,07 +0 p.p.
1993 9,07 −0,3 p.p.
1992 9,37 +0,01 p.p.
1991 9,36 −0,02 p.p.
1990 9,39

Ásia Central, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.