Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Panamá

Perdas nas redes elétricas no Panamá em 2023 — 6,58%. Posição 40 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador caiu 19,43 p.p..

2023 6,58% −0,6 p.p. vs 2022
Posição no mundo 40de 148
Máximo do período 26,01%1990
Mínimo do período 6,58%2023

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Panamá, 1990–202301020301990199419982002200620102014201820221990: 26,01%1991: 25,48%1992: 24,15%1993: 22,62%1994: 21,63%1995: 21,31%1996: 21,23%1997: 23,53%1998: 21,55%1999: 19,56%2000: 23,86%2001: 20,8%2002: 20,95%2003: 18,58%2004: 16,94%2005: 15,96%2006: 15,48%2007: 14,11%2008: 12,11%2009: 14,69%2010: 14,63%2011: 13,81%2012: 13,68%2013: 13,46%2014: 14,12%2015: 13,46%2016: 13,88%2017: 13,1%2018: 12,7%2019: 10,29%2020: 10,66%2021: 9,52%2022: 7,18%2023: 6,58%
Variação no período: −19,43 p.p. Média anual: -0,59 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Panamá

Panamá 6,58%
Mundo 6,95%
América Central calculado 11,76%
Perdas nas redes elétricas — Panamá, por ano Panamá Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 6,58 −0,6 p.p.
2022 7,18 −2,34 p.p.
2021 9,52 −1,14 p.p.
2020 10,66 +0,36 p.p.
2019 10,29 −2,41 p.p.
2018 12,7 −0,4 p.p.
2017 13,1 −0,78 p.p.
2016 13,88 +0,42 p.p.
2015 13,46 −0,65 p.p.
2014 14,12 +0,65 p.p.
2013 13,46 −0,22 p.p.
2012 13,68 −0,13 p.p.
2011 13,81 −0,82 p.p.
2010 14,63 −0,06 p.p.
2009 14,69 +2,58 p.p.
2008 12,11 −2 p.p.
2007 14,11 −1,37 p.p.
2006 15,48 −0,48 p.p.
2005 15,96 −0,98 p.p.
2004 16,94 −1,64 p.p.
2003 18,58 −2,37 p.p.
2002 20,95 +0,15 p.p.
2001 20,8 −3,06 p.p.
2000 23,86 +4,3 p.p.
1999 19,56 −1,98 p.p.
1998 21,55 −1,98 p.p.
1997 23,53 +2,29 p.p.
1996 21,23 −0,08 p.p.
1995 21,31 −0,32 p.p.
1994 21,63 −0,99 p.p.
1993 22,62 −1,52 p.p.
1992 24,15 −1,34 p.p.
1991 25,48 −0,52 p.p.
1990 26,01

América Central, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.