Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Gana

Perdas nas redes elétricas em Gana em 2023 — 11,25%. Posição 88 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador aumentou 8,1 p.p..

2023 11,25% −0,3 p.p. vs 2022
Posição no mundo 88de 148
Máximo do período 28,83%2003
Mínimo do período 1,99%1999

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Gana, 1990–202301020301990199419982002200620102014201820221990: 3,15%1991: 3,18%1992: 3,27%1993: 2,14%1994: 2,55%1995: 3,34%1996: 2,85%1997: 2,86%1998: 2,59%1999: 1,99%2000: 19,48%2001: 18,56%2002: 22,16%2003: 28,83%2004: 27,12%2005: 24,57%2006: 20,68%2007: 23,23%2008: 23,1%2009: 23,06%2010: 22,65%2011: 23,53%2012: 21,1%2013: 21,35%2014: 22,46%2015: 20,84%2016: 15,77%2017: 12,4%2018: 12,52%2019: 12,11%2020: 11,5%2021: 12,39%2022: 11,54%2023: 11,25%
Variação no período: +8,1 p.p. Média anual: 0,25 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Gana

Gana 11,25%
Mundo 6,95%
Perdas nas redes elétricas — Gana, por ano Gana Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 11,25 −0,3 p.p.
2022 11,54 −0,85 p.p.
2021 12,39 +0,89 p.p.
2020 11,5 −0,61 p.p.
2019 12,11 −0,41 p.p.
2018 12,52 +0,12 p.p.
2017 12,4 −3,37 p.p.
2016 15,77 −5,07 p.p.
2015 20,84 −1,62 p.p.
2014 22,46 +1,11 p.p.
2013 21,35 +0,25 p.p.
2012 21,1 −2,43 p.p.
2011 23,53 +0,88 p.p.
2010 22,65 −0,41 p.p.
2009 23,06 −0,04 p.p.
2008 23,1 −0,13 p.p.
2007 23,23 +2,55 p.p.
2006 20,68 −3,9 p.p.
2005 24,57 −2,55 p.p.
2004 27,12 −1,71 p.p.
2003 28,83 +6,67 p.p.
2002 22,16 +3,6 p.p.
2001 18,56 −0,91 p.p.
2000 19,48 +17,49 p.p.
1999 1,99 −0,6 p.p.
1998 2,59 −0,27 p.p.
1997 2,86 +0,01 p.p.
1996 2,85 −0,48 p.p.
1995 3,34 +0,78 p.p.
1994 2,55 +0,41 p.p.
1993 2,14 −1,13 p.p.
1992 3,27 +0,1 p.p.
1991 3,18 +0,03 p.p.
1990 3,15

África Ocidental, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.