Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Brasil

Perdas nas redes elétricas no Brasil em 2024 — 14,97%. Posição 38 no mundo, de um total de 41. Desde 1990, o indicador aumentou 0,75 p.p..

2024 14,97% −0,14 p.p. vs 2023
Posição no mundo 38de 41
Máximo do período 17,66%2000
Mínimo do período 14,23%1990

Evolução ao longo do tempo

1990–2024 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Brasil, 1990–2024141516171819901994199820022006201020142018202220241990: 14,23%1991: 15,39%1992: 14,59%1993: 15,22%1994: 16,16%1995: 16,74%1996: 17,21%1997: 17,46%1998: 16,82%1999: 17,6%2000: 17,66%2001: 17,24%2002: 16,74%2003: 16,27%2004: 16,75%2005: 16,59%2006: 16,82%2007: 16,14%2008: 16,65%2009: 17,19%2010: 16,63%2011: 16,46%2012: 17,08%2013: 16,64%2014: 15,39%2015: 15,5%2016: 16,82%2017: 16,39%2018: 16,13%2019: 16,73%2020: 16,82%2021: 16,52%2022: 15,35%2023: 15,11%2024: 14,97%
Variação no período: +0,75 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 14,97%
Mundo 6,51%
Perdas nas redes elétricas — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 14,97 −0,14 p.p.
2023 15,11 −0,24 p.p.
2022 15,35 −1,17 p.p.
2021 16,52 −0,3 p.p.
2020 16,82 +0,09 p.p.
2019 16,73 +0,6 p.p.
2018 16,13 −0,26 p.p.
2017 16,39 −0,43 p.p.
2016 16,82 +1,33 p.p.
2015 15,5 +0,11 p.p.
2014 15,39 −1,25 p.p.
2013 16,64 −0,44 p.p.
2012 17,08 +0,62 p.p.
2011 16,46 −0,17 p.p.
2010 16,63 −0,56 p.p.
2009 17,19 +0,54 p.p.
2008 16,65 +0,5 p.p.
2007 16,14 −0,68 p.p.
2006 16,82 +0,23 p.p.
2005 16,59 −0,15 p.p.
2004 16,75 +0,48 p.p.
2003 16,27 −0,48 p.p.
2002 16,74 −0,49 p.p.
2001 17,24 −0,42 p.p.
2000 17,66 +0,05 p.p.
1999 17,6 +0,78 p.p.
1998 16,82 −0,63 p.p.
1997 17,46 +0,25 p.p.
1996 17,21 +0,46 p.p.
1995 16,74 +0,59 p.p.
1994 16,16 +0,93 p.p.
1993 15,22 +0,63 p.p.
1992 14,59 −0,8 p.p.
1991 15,39 +1,16 p.p.
1990 14,23

América do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.