Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Zâmbia

Consumo de eletricidade per capita na Zâmbia em 2024 — 0,78 MWh. Posição 146 no mundo, de um total de 196. Desde 2000, o indicador aumentou 21,9%.

2024 0,78 MWh +0% vs 2023
Posição no mundo 146de 196
Máximo do período 0,85 MWh2018
Mínimo do período 0,64 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Zâmbia, 2000–20240,60,70,80,92000200320062009201220152018202120242000: 0,64 MWh2001: 0,67 MWh2002: 0,69 MWh2003: 0,71 MWh2004: 0,73 MWh2005: 0,74 MWh2006: 0,76 MWh2007: 0,76 MWh2008: 0,75 MWh2009: 0,69 MWh2010: 0,71 MWh2011: 0,8 MWh2012: 0,77 MWh2013: 0,8 MWh2014: 0,84 MWh2015: 0,8 MWh2016: 0,78 MWh2017: 0,82 MWh2018: 0,85 MWh2019: 0,76 MWh2020: 0,74 MWh2021: 0,8 MWh2022: 0,82 MWh2023: 0,78 MWh2024: 0,78 MWh
Variação no período: +0,14 (+21,88%) Taxa média anual: 0,83 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zâmbia

Zâmbia 0,78 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
África Subsaariana calculado 0,41 MWh
África Oriental calculado 0,22 MWh
Países de renda média-baixa calculado 1,22 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Zâmbia, por ano Zâmbia Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 0,78 +0 +0%
2023 0,78 −0,04 −4,88%
2022 0,82 +0,02 +2,5%
2021 0,8 +0,06 +8,11%
2020 0,74 −0,02 −2,63%
2019 0,76 −0,09 −10,59%
2018 0,85 +0,03 +3,66%
2017 0,82 +0,04 +5,13%
2016 0,78 −0,02 −2,5%
2015 0,8 −0,04 −4,76%
2014 0,84 +0,04 +5%
2013 0,8 +0,03 +3,9%
2012 0,77 −0,03 −3,75%
2011 0,8 +0,09 +12,68%
2010 0,71 +0,02 +2,9%
2009 0,69 −0,06 −8%
2008 0,75 −0,01 −1,32%
2007 0,76 +0 +0%
2006 0,76 +0,02 +2,7%
2005 0,74 +0,01 +1,37%
2004 0,73 +0,02 +2,82%
2003 0,71 +0,02 +2,9%
2002 0,69 +0,02 +2,99%
2001 0,67 +0,03 +4,69%
2000 0,64

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.