Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Butão

Consumo de eletricidade per capita no Butão em 2024 — 15,74 MWh. Posição 7 no mundo, de um total de 196. Desde 2000, o indicador aumentou 2.181,2%.

2024 15,74 MWh +3,21% vs 2023
Posição no mundo 7de 196
Máximo do período 15,74 MWh2024
Mínimo do período 0,69 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Butão, 2000–2024051015202000200320062009201220152018202120242000: 0,69 MWh2001: 0,88 MWh2002: 1,03 MWh2003: 1,05 MWh2004: 1,12 MWh2005: 1,39 MWh2006: 2,95 MWh2007: 1,68 MWh2008: 1,43 MWh2009: 2,29 MWh2010: 2,58 MWh2011: 2,45 MWh2012: 2,65 MWh2013: 2,87 MWh2014: 2,95 MWh2015: 2,88 MWh2016: 2,94 MWh2017: 2,7 MWh2018: 3,21 MWh2019: 3,4 MWh2020: 8,04 MWh2021: 15,02 MWh2022: 14,85 MWh2023: 15,25 MWh2024: 15,74 MWh
Variação no período: +15,05 (+2.181,16%) Taxa média anual: 13,92 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 15,74 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
Ásia do Sul calculado 1,19 MWh
Ásia do Sul (sub-região) calculado 1,33 MWh
Países de renda média-baixa calculado 1,22 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 15,74 +0,49 +3,21%
2023 15,25 +0,4 +2,69%
2022 14,85 −0,17 −1,13%
2021 15,02 +6,98 +86,82%
2020 8,04 +4,64 +136,47%
2019 3,4 +0,19 +5,92%
2018 3,21 +0,51 +18,89%
2017 2,7 −0,24 −8,16%
2016 2,94 +0,06 +2,08%
2015 2,88 −0,07 −2,37%
2014 2,95 +0,08 +2,79%
2013 2,87 +0,22 +8,3%
2012 2,65 +0,2 +8,16%
2011 2,45 −0,13 −5,04%
2010 2,58 +0,29 +12,66%
2009 2,29 +0,86 +60,14%
2008 1,43 −0,25 −14,88%
2007 1,68 −1,27 −43,05%
2006 2,95 +1,56 +112,23%
2005 1,39 +0,27 +24,11%
2004 1,12 +0,07 +6,67%
2003 1,05 +0,02 +1,94%
2002 1,03 +0,15 +17,05%
2001 0,88 +0,19 +27,54%
2000 0,69

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.