Pedidos de patente de não residentes — todos os países

Pedidos de patente de não residentes — G7

Pedidos de patente de não residentes nos países do G7 em 2021 — 456.602 pedidos. Desde 1980, o indicador aumentou 187%.

2021 456.602 pedidos +1,51% vs 2020
Posição no mundo
Máximo do período 461.842 pedidos2019
Mínimo do período 115.474 pedidos1982

Evolução ao longo do tempo

1980–2021 · pedidos

Pedidos de patente de não residentes — G7, 1980–20210200.000400.000600.0001980198519901995200020052010201520201980: 159.080 pedidos1981: 116.143 pedidos1982: 115.474 pedidos1983: 145.331 pedidos1984: 138.541 pedidos1985: 145.533 pedidos1986: 139.581 pedidos1987: 146.436 pedidos1988: 160.465 pedidos1989: 165.829 pedidos1990: 161.048 pedidos1991: 158.769 pedidos1992: 167.023 pedidos1993: 160.491 pedidos1994: 172.869 pedidos1995: 183.367 pedidos1996: 191.049 pedidos1997: 192.384 pedidos1998: 199.430 pedidos1999: 219.531 pedidos2000: 242.018 pedidos2001: 261.868 pedidos2002: 262.453 pedidos2003: 266.908 pedidos2004: 279.664 pedidos2005: 301.647 pedidos2006: 325.866 pedidos2007: 336.753 pedidos2008: 345.308 pedidos2009: 337.585 pedidos2010: 354.980 pedidos2011: 363.619 pedidos2012: 385.897 pedidos2013: 397.541 pedidos2014: 413.488 pedidos2015: 423.081 pedidos2016: 429.635 pedidos2017: 433.771 pedidos2018: 435.971 pedidos2019: 461.842 pedidos2020: 449.816 pedidos2021: 456.602 pedidos
Variação no período: +297.522 (+187,03%) Taxa média anual: 2,61 %

Comparação, 2021

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: G7

G7 456.602 pedidos
Mundo 1,02 mi pedidos
Pedidos de patente de não residentes — G7, por ano G7 Todos os países CSV XLSX
Ano pedidos Variação Variação, %
2021 456.602 +6.786 +1,51%
2020 449.816 −12.026 −2,6%
2019 461.842 +25.871 +5,93%
2018 435.971 +2.200 +0,51%
2017 433.771 +4.136 +0,96%
2016 429.635 +6.554 +1,55%
2015 423.081 +9.593 +2,32%
2014 413.488 +15.947 +4,01%
2013 397.541 +11.644 +3,02%
2012 385.897 +22.278 +6,13%
2011 363.619 +8.639 +2,43%
2010 354.980 +17.395 +5,15%
2009 337.585 −7.723 −2,24%
2008 345.308 +8.555 +2,54%
2007 336.753 +10.887 +3,34%
2006 325.866 +24.219 +8,03%
2005 301.647 +21.983 +7,86%
2004 279.664 +12.756 +4,78%
2003 266.908 +4.455 +1,7%
2002 262.453 +585 +0,22%
2001 261.868 +19.850 +8,2%
2000 242.018 +22.487 +10,24%
1999 219.531 +20.101 +10,08%
1998 199.430 +7.046 +3,66%
1997 192.384 +1.335 +0,7%
1996 191.049 +7.682 +4,19%
1995 183.367 +10.498 +6,07%
1994 172.869 +12.378 +7,71%
1993 160.491 −6.532 −3,91%
1992 167.023 +8.254 +5,2%
1991 158.769 −2.279 −1,42%
1990 161.048 −4.781 −2,88%
1989 165.829 +5.364 +3,34%
1988 160.465 +14.029 +9,58%
1987 146.436 +6.855 +4,91%
1986 139.581 −5.952 −4,09%
1985 145.533 +6.992 +5,05%
1984 138.541 −6.790 −4,67%
1983 145.331 +29.857 +25,86%
1982 115.474 −669 −0,58%
1981 116.143 −42.937 −26,99%
1980 159.080

Sobre o indicador

Número de pedidos de patente depositados no país por requerentes não residentes. O indicador mede não a atividade inventiva do país, mas o valor do seu mercado: a patente só vale onde foi concedida, por isso as empresas estrangeiras patenteiam nos países em que pretendem vender ou em que temem a cópia. A relação com os pedidos de residentes divide os países entre os que inventam e aqueles em que outros patenteiam.

Importante: É uma medida da atratividade do mercado, e não da capacidade de inovação. Pedido não é patente: parte dos pedidos é rejeitada, e a proporção de rejeições difere entre países.

Fonte: IP Statistics (OMPI), licença CC BY 3.0 IGO.