Pedidos de patente de não residentes — todos os países

Pedidos de patente de não residentes — Brasil

Pedidos de patente de não residentes no Brasil em 2021 — 19.566 pedidos. Posição 9 no mundo, de um total de 121. Desde 1980, o indicador aumentou 214,2%.

2021 19.566 pedidos +2,67% vs 2020
Posição no mundo 9de 121
Máximo do período 25.925 pedidos2013
Mínimo do período 4.221 pedidos1993

Evolução ao longo do tempo

1980–2021 · pedidos

Pedidos de patente de não residentes — Brasil, 1980–2021010.00020.00030.0001980198519901995200020052010201520201980: 6.228 pedidos1981: 6.113 pedidos1982: 5.562 pedidos1983: 4.900 pedidos1984: 4.657 pedidos1985: 4.565 pedidos1986: 4.413 pedidos1987: 4.702 pedidos1988: 4.546 pedidos1989: 4.657 pedidos1990: 5.148 pedidos1991: 4.625 pedidos1992: 4.374 pedidos1993: 4.221 pedidos1994: 4.228 pedidos1995: 4.741 pedidos1996: 5.446 pedidos1997: 13.479 pedidos1998: 13.546 pedidos1999: 14.693 pedidos2000: 14.104 pedidos2001: 14.410 pedidos2002: 13.204 pedidos2003: 12.545 pedidos2004: 12.669 pedidos2005: 14.444 pedidos2006: 15.886 pedidos2007: 17.469 pedidos2008: 18.890 pedidos2009: 18.135 pedidos2010: 20.771 pedidos2011: 23.954 pedidos2012: 25.637 pedidos2013: 25.925 pedidos2014: 25.683 pedidos2015: 25.578 pedidos2016: 22.810 pedidos2017: 20.178 pedidos2018: 19.877 pedidos2019: 19.932 pedidos2020: 19.058 pedidos2021: 19.566 pedidos
Variação no período: +13.338 (+214,16%) Taxa média anual: 2,83 %

Comparação, 2021

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 19.566 pedidos
Mundo 1,02 mi pedidos
Países de renda média-alta calculado 233.639 pedidos
Pedidos de patente de não residentes — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano pedidos Variação Variação, %
2021 19.566 +508 +2,67%
2020 19.058 −874 −4,38%
2019 19.932 +55 +0,28%
2018 19.877 −301 −1,49%
2017 20.178 −2.632 −11,54%
2016 22.810 −2.768 −10,82%
2015 25.578 −105 −0,41%
2014 25.683 −242 −0,93%
2013 25.925 +288 +1,12%
2012 25.637 +1.683 +7,03%
2011 23.954 +3.183 +15,32%
2010 20.771 +2.636 +14,54%
2009 18.135 −755 −4%
2008 18.890 +1.421 +8,13%
2007 17.469 +1.583 +9,96%
2006 15.886 +1.442 +9,98%
2005 14.444 +1.775 +14,01%
2004 12.669 +124 +0,99%
2003 12.545 −659 −4,99%
2002 13.204 −1.206 −8,37%
2001 14.410 +306 +2,17%
2000 14.104 −589 −4,01%
1999 14.693 +1.147 +8,47%
1998 13.546 +67 +0,5%
1997 13.479 +8.033 +147,5%
1996 5.446 +705 +14,87%
1995 4.741 +513 +12,13%
1994 4.228 +7 +0,17%
1993 4.221 −153 −3,5%
1992 4.374 −251 −5,43%
1991 4.625 −523 −10,16%
1990 5.148 +491 +10,54%
1989 4.657 +111 +2,44%
1988 4.546 −156 −3,32%
1987 4.702 +289 +6,55%
1986 4.413 −152 −3,33%
1985 4.565 −92 −1,98%
1984 4.657 −243 −4,96%
1983 4.900 −662 −11,9%
1982 5.562 −551 −9,01%
1981 6.113 −115 −1,85%
1980 6.228

América do Sul, 2021

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Número de pedidos de patente depositados no país por requerentes não residentes. O indicador mede não a atividade inventiva do país, mas o valor do seu mercado: a patente só vale onde foi concedida, por isso as empresas estrangeiras patenteiam nos países em que pretendem vender ou em que temem a cópia. A relação com os pedidos de residentes divide os países entre os que inventam e aqueles em que outros patenteiam.

Importante: É uma medida da atratividade do mercado, e não da capacidade de inovação. Pedido não é patente: parte dos pedidos é rejeitada, e a proporção de rejeições difere entre países.

Fonte: IP Statistics (OMPI), licença CC BY 3.0 IGO.