Pedidos de desenho industrial de não residentes — todos os países

Pedidos de desenho industrial de não residentes — África Subsaariana

Pedidos de desenho industrial de não residentes na África Subsaariana em 2020 — 1.921 pedidos. Desde 1980, o indicador aumentou 47.925%.

2020 1.921 pedidos −22,29% vs 2019
Posição no mundo
Máximo do período 3.036 pedidos2012
Mínimo do período 4 pedidos1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2020 · pedidos, em número de desenhos

Pedidos de desenho industrial de não residentes — África Subsaariana, 1980–202001.0002.0003.0004.000198019841988199219962000200420082012201620201980: 4 pedidos1981: 36 pedidos1982: 418 pedidos1983: 329 pedidos1984: 396 pedidos1985: 10 pedidos1986: 274 pedidos1987: 209 pedidos1988: 237 pedidos1989: 8 pedidos1990: 253 pedidos1991: 245 pedidos1992: 182 pedidos1993: 262 pedidos1994: 593 pedidos1995: 606 pedidos1996: 495 pedidos1997: 716 pedidos1998: 885 pedidos1999: 534 pedidos2000: 530 pedidos2001: 499 pedidos2002: 499 pedidos2003: 572 pedidos2004: 788 pedidos2005: 947 pedidos2006: 980 pedidos2007: 1.322 pedidos2008: 1.222 pedidos2009: 1.011 pedidos2010: 15 pedidos2011: 2.191 pedidos2012: 3.036 pedidos2013: 2.470 pedidos2014: 2.194 pedidos2015: 2.092 pedidos2016: 2.094 pedidos2017: 2.573 pedidos2018: 2.276 pedidos2019: 2.472 pedidos2020: 1.921 pedidos
Variação no período: +1.917 (+47.925%) Taxa média anual: 16,69 %

Comparação, 2020

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: África Subsaariana

África Subsaariana 1.921 pedidos
Mundo 211.300 pedidos
Pedidos de desenho industrial de não residentes — África Subsaariana, por ano África Subsaariana Todos os países CSV XLSX
Ano pedidos Variação Variação, %
2020 1.921 −551 −22,29%
2019 2.472 +196 +8,61%
2018 2.276 −297 −11,54%
2017 2.573 +479 +22,87%
2016 2.094 +2 +0,1%
2015 2.092 −102 −4,65%
2014 2.194 −276 −11,17%
2013 2.470 −566 −18,64%
2012 3.036 +845 +38,57%
2011 2.191 +2.176 +14.506,67%
2010 15 −996 −98,52%
2009 1.011 −211 −17,27%
2008 1.222 −100 −7,56%
2007 1.322 +342 +34,9%
2006 980 +33 +3,48%
2005 947 +159 +20,18%
2004 788 +216 +37,76%
2003 572 +73 +14,63%
2002 499 +0 +0%
2001 499 −31 −5,85%
2000 530 −4 −0,75%
1999 534 −351 −39,66%
1998 885 +169 +23,6%
1997 716 +221 +44,65%
1996 495 −111 −18,32%
1995 606 +13 +2,19%
1994 593 +331 +126,34%
1993 262 +80 +43,96%
1992 182 −63 −25,71%
1991 245 −8 −3,16%
1990 253 +245 +3.062,5%
1989 8 −229 −96,62%
1988 237 +28 +13,4%
1987 209 −65 −23,72%
1986 274 +264 +2.640%
1985 10 −386 −97,47%
1984 396 +67 +20,36%
1983 329 −89 −21,29%
1982 418 +382 +1.061,11%
1981 36 +32 +800%
1980 4

Sobre o indicador

Pedidos de registro de desenho industrial depositados no país por não residentes, convertidos em número de desenhos. Entram aqui também os desenhos que chegaram ao escritório pelo Sistema de Haia de registro internacional. O indicador se lê como os pedidos de não residentes de marca e de patente: fala do valor do mercado, e não do design próprio. Os valores altos aparecem em grandes mercados de consumo e em países de onde sai a produção de cópias — registrar o desenho lá é necessário para ter base para proibi-la.

Importante: São contados os desenhos dentro dos pedidos. Inclui as entradas pelo Sistema de Haia, por isso nos países participantes a série é bem maior que o número de pedidos depositados diretamente.

Fonte: IP Statistics (OMPI), licença CC BY 3.0 IGO.