Taxa bruta de matrícula no ensino superior — todos os países

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — BRICS

Taxa bruta de matrícula no ensino superior nos países do BRICS em 2024 — 56,5%. Desde 1973, o indicador aumentou 51,2 p.p..

2024 56,5% +2 p.p. vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 56,5%2024
Mínimo do período 5,3%1973

Evolução ao longo do tempo

1973–2024 · % (taxa bruta)

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — BRICS, 1973–2024020406019731979198519911997200320092015202120241973: 5,3%1976: 5,4%1977: 5,3%1978: 5,4%1988: 7,7%1989: 7,7%1990: 7,7%1991: 7,6%1995: 8%1996: 8,6%2000: 11,9%2001: 12,9%2002: 14,5%2003: 16,1%2004: 17,4%2005: 18,3%2006: 19,5%2007: 20,9%2008: 22,3%2009: 23,5%2011: 28,5%2012: 31,1%2013: 32,5%2014: 37,9%2015: 40,2%2016: 41,1%2017: 42,1%2018: 43,2%2019: 44,7%2020: 46,1%2021: 48,9%2022: 51,6%2023: 54,6%2024: 56,5%
Variação no período: +51,2 p.p. Média anual: 1 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: BRICS

BRICS 56,5%
Mundo 43,6%
Taxa bruta de matrícula no ensino superior — BRICS, por ano BRICS Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 56,5 +2 p.p.
2023 54,6 +3 p.p.
2022 51,6 +2,6 p.p.
2021 48,9 +2,9 p.p.
2020 46,1 +1,4 p.p.
2019 44,7 +1,5 p.p.
2018 43,2 +1,1 p.p.
2017 42,1 +1 p.p.
2016 41,1 +0,9 p.p.
2015 40,2 +2,2 p.p.
2014 37,9 +5,4 p.p.
2013 32,5 +1,4 p.p.
2012 31,1 +2,6 p.p.
2011 28,5
2009 23,5 +1,2 p.p.
2008 22,3 +1,4 p.p.
2007 20,9 +1,3 p.p.
2006 19,5 +1,3 p.p.
2005 18,3 +0,8 p.p.
2004 17,4 +1,3 p.p.
2003 16,1 +1,7 p.p.
2002 14,5 +1,6 p.p.
2001 12,9 +1 p.p.
2000 11,9
1996 8,6 +0,6 p.p.
1995 8
1991 7,6 −0,2 p.p.
1990 7,7 −0 p.p.
1989 7,7 +0 p.p.
1988 7,7
1978 5,4 +0,1 p.p.
1977 5,3 −0 p.p.
1976 5,4
1973 5,3

Sobre o indicador

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — número de estudantes de universidades e faculdades, níveis 5 a 8 da classificação CINE (ISCED), em percentual da população na faixa dos cinco anos seguintes à conclusão do ensino médio. Pode passar de 100% por conta de estudantes mais velhos e de estudantes estrangeiros, por isso nos países que são polos de atração educacional o indicador fica superestimado.

Fonte: Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), licença CC BY-SA 3.0 IGO.