Formação bruta de capital — todos os países

Formação bruta de capital — Argentina

Formação bruta de capital na Argentina em 2025 — 16,1% PIB. Posição 113 no mundo, de um total de 131. Desde 1960, o indicador caiu 7,4 p.p..

2025 16,1% PIB +0,3 p.p. vs 2024
Posição no mundo 113de 131
Máximo do período 30,9% PIB1977
Mínimo do período 10,9% PIB2002

Evolução ao longo do tempo

1960–2025 · % do PIB

Formação bruta de capital — Argentina, 1960–20251020304019601967197419811988199520022009201620231960: 23,5% PIB1962: 21,7% PIB1964: 21,5% PIB1966: 20,5% PIB1968: 21,7% PIB1970: 24,4% PIB1972: 23,9% PIB1974: 22,3% PIB1976: 30,7% PIB1978: 27,8% PIB1980: 25,3% PIB1982: 21,8% PIB1984: 20% PIB1986: 17,5% PIB1988: 18,6% PIB1990: 14% PIB1992: 16,7% PIB1994: 20% PIB1996: 19,6% PIB1998: 21% PIB2000: 17,5% PIB2002: 10,9% PIB2004: 17,6% PIB2006: 18,7% PIB2008: 19,6% PIB2010: 17,7% PIB2012: 16,5% PIB2014: 17,3% PIB2016: 17,7% PIB2018: 16,6% PIB2020: 14,4% PIB2022: 17,4% PIB2024: 15,8% PIB2025: 16,1% PIB
Variação no período: −7,4 p.p. Média anual: -0,11 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 16,1% PIB
América do Sul calculado 17,6% PIB
Países de renda média-alta calculado 23,1% PIB
Formação bruta de capital — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % PIB Variação, p.p.
2025 16,1 +0,3 p.p.
2024 15,8 −3,5 p.p.
2023 19,4 +2 p.p.
2022 17,4 −0,7 p.p.
2021 18,1 +3,7 p.p.
2020 14,4 +0,2 p.p.
2019 14,2 −2,4 p.p.
2018 16,6 −1,6 p.p.
2017 18,2 +0,5 p.p.
2016 17,7 +0,6 p.p.
2015 17,1 −0,2 p.p.
2014 17,3 −0 p.p.
2013 17,3 +0,8 p.p.
2012 16,5 −1,9 p.p.
2011 18,4 +0,7 p.p.
2010 17,7 +1,7 p.p.
2009 16,1 −3,5 p.p.
2008 19,6 −0,5 p.p.
2007 20,1 +1,4 p.p.
2006 18,7 −0,2 p.p.
2005 18,9 +1,3 p.p.
2004 17,6 +3,4 p.p.
2003 14,1 +3,3 p.p.
2002 10,9 −4,8 p.p.
2001 15,6 −1,9 p.p.
2000 17,5 −0,3 p.p.
1999 17,9 −3,1 p.p.
1998 21 +0,1 p.p.
1997 20,8 +1,2 p.p.
1996 19,6 +1,1 p.p.
1995 18,5 −1,5 p.p.
1994 20 +0,3 p.p.
1993 19,7 +3 p.p.
1992 16,7 +2,1 p.p.
1991 14,6 +0,6 p.p.
1990 14 −1,5 p.p.
1989 15,5 −3,1 p.p.
1988 18,6 −0,9 p.p.
1987 19,6 +2,1 p.p.
1986 17,5 −0,1 p.p.
1985 17,6 −2,4 p.p.
1984 20 −0,9 p.p.
1983 20,9 −0,9 p.p.
1982 21,8 −0,9 p.p.
1981 22,7 −2,6 p.p.
1980 25,3 −0,6 p.p.
1979 25,9 −1,9 p.p.
1978 27,8 −3,1 p.p.
1977 30,9 +0,2 p.p.
1976 30,7 +1,3 p.p.
1975 29,4 +7,2 p.p.
1974 22,3 +1,4 p.p.
1973 20,9 −3 p.p.
1972 23,9 −0,2 p.p.
1971 24,1 −0,3 p.p.
1970 24,4 +0,4 p.p.
1969 24 +2,3 p.p.
1968 21,7 +0,5 p.p.
1967 21,2 +0,7 p.p.
1966 20,5 −1,9 p.p.
1965 22,4 +1 p.p.
1964 21,5 +3,2 p.p.
1963 18,3 −3,5 p.p.
1962 21,7 −6 p.p.
1961 27,8 +4,3 p.p.
1960 23,5

América do Sul, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Formação bruta de capital em porcentagem do PIB: investimentos em ativos fixos (edifícios, obras, máquinas e equipamentos, transporte, infraestrutura), variação de estoques e aquisição de objetos de valor. Uma taxa de formação de capital alta e sustentada é condição necessária para o crescimento rápido: nos períodos de arrancada econômica do Leste Asiático o indicador ficava acima de 35%–40% do PIB.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.