Taxa de mortalidade por malária — todos os países

Taxa de mortalidade por malária — América Latina e Caribe

Taxa de mortalidade por malária na América Latina e no Caribe em 2021 — 0,06 por 100 mil. Desde 2000, o indicador caiu 69,8%.

2021 0,06 por 100 mil −14,11% vs 2020
Posição no mundo
Máximo do período 0,19 por 100 mil2000
Mínimo do período 0,05 por 100 mil2015

Evolução ao longo do tempo

2000–2021 · por 100.000 pessoas

Taxa de mortalidade por malária — América Latina e Caribe, 2000–202100,050,10,150,2200020032006200920122015201820212000: 0,19 por 100 mil2001: 0,17 por 100 mil2002: 0,15 por 100 mil2003: 0,14 por 100 mil2004: 0,13 por 100 mil2005: 0,12 por 100 mil2006: 0,1 por 100 mil2007: 0,09 por 100 mil2008: 0,08 por 100 mil2009: 0,08 por 100 mil2010: 0,08 por 100 mil2011: 0,08 por 100 mil2012: 0,07 por 100 mil2013: 0,08 por 100 mil2014: 0,06 por 100 mil2015: 0,05 por 100 mil2016: 0,09 por 100 mil2017: 0,11 por 100 mil2018: 0,09 por 100 mil2019: 0,08 por 100 mil2020: 0,07 por 100 mil2021: 0,06 por 100 mil
Variação no período: −0,13 (−69,77%) Taxa média anual: -5,54 %

Comparação, 2021

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América Latina e Caribe

América Latina e Caribe 0,06 por 100 mil
Mundo 7,75 por 100 mil
Taxa de mortalidade por malária — América Latina e Caribe, por ano América Latina e Caribe Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2021 0,06 −0,01 −14,11%
2020 0,07 −0,01 −12,28%
2019 0,08 −0,02 −17,88%
2018 0,09 −0,01 −13,22%
2017 0,11 +0,02 +23,29%
2016 0,09 +0,03 +57,3%
2015 0,05 −0 −2,78%
2014 0,06 −0,02 −26,7%
2013 0,08 +0 +6,57%
2012 0,07 −0,01 −9,28%
2011 0,08 −0 −5,81%
2010 0,08 +0 +2,87%
2009 0,08 +0 +0,33%
2008 0,08 −0,01 −10,77%
2007 0,09 −0,01 −12,26%
2006 0,1 −0,02 −15,41%
2005 0,12 −0,01 −8,78%
2004 0,13 −0,01 −4,76%
2003 0,14 −0,01 −6,06%
2002 0,15 −0,02 −10,66%
2001 0,17 −0,02 −10,24%
2000 0,19

Sobre o indicador

Número de mortes por malária por 100 mil habitantes, segundo as estimativas de carga global de doença da OMS. A taxa converte números absolutos em medida de risco: pelo número de mortes vêm à frente os países mais populosos da África, e pela mortalidade por 100 mil, aqueles em que a transmissão ocorre o ano todo e a prevenção é mais fraca. Nesta série, diferentemente da absoluta, há também países com valores iguais a zero.

Importante: As estimativas de carga de doença da OMS são recalculadas integralmente de forma retroativa, por isso os valores de anos anteriores mudam nas novas edições — trata-se do refinamento do modelo, e não de mudança da situação.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.