Pessoas que vivem com HIV — todos os países

Pessoas que vivem com HIV — Países Baixos

Pessoas que vivem com HIV nos Países Baixos em 2023 — 25.000 pess.. Posição 73 no mundo, de um total de 147. Desde 2000, o indicador aumentou 127,3%.

2023 25.000 pess. +0% vs 2022
Posição no mundo 73de 147
Máximo do período 25.000 pess.2021
Mínimo do período 11.000 pess.2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2023 · pessoas

Pessoas que vivem com HIV — Países Baixos, 2000–202310.00015.00020.00025.0002000200320062009201220152018202120232000: 11.000 pess.2001: 11.000 pess.2002: 12.000 pess.2003: 13.000 pess.2004: 14.000 pess.2005: 15.000 pess.2006: 16.000 pess.2007: 17.000 pess.2008: 18.000 pess.2009: 19.000 pess.2010: 20.000 pess.2011: 20.000 pess.2012: 21.000 pess.2013: 22.000 pess.2014: 22.000 pess.2015: 23.000 pess.2016: 23.000 pess.2017: 23.000 pess.2018: 24.000 pess.2019: 24.000 pess.2020: 24.000 pess.2021: 25.000 pess.2022: 25.000 pess.2023: 25.000 pess.
Variação no período: +14.000 (+127,27%) Taxa média anual: 3,63 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países Baixos

Países Baixos 25.000 pess.
Mundo calculado 32,58 mi pess.
Europa Ocidental calculado 337.600 pess.
Pessoas que vivem com HIV — Países Baixos, por ano Países Baixos Todos os países CSV XLSX
Ano pess. Variação Variação, %
2023 25.000 +0 +0%
2022 25.000 +0 +0%
2021 25.000 +1.000 +4,17%
2020 24.000 +0 +0%
2019 24.000 +0 +0%
2018 24.000 +1.000 +4,35%
2017 23.000 +0 +0%
2016 23.000 +0 +0%
2015 23.000 +1.000 +4,55%
2014 22.000 +0 +0%
2013 22.000 +1.000 +4,76%
2012 21.000 +1.000 +5%
2011 20.000 +0 +0%
2010 20.000 +1.000 +5,26%
2009 19.000 +1.000 +5,56%
2008 18.000 +1.000 +5,88%
2007 17.000 +1.000 +6,25%
2006 16.000 +1.000 +6,67%
2005 15.000 +1.000 +7,14%
2004 14.000 +1.000 +7,69%
2003 13.000 +1.000 +8,33%
2002 12.000 +1.000 +9,09%
2001 11.000 +0 +0%
2000 11.000

Europa Ocidental, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Número estimado de pessoas de todas as idades que vivem com HIV ao fim do ano. A estimativa é construída pelo UNAIDS a partir de dados de vigilância sentinela, inquéritos de população e registros de tratamento, por isso não é o número de casos detectados, mas o número calculado de portadores: parte deles não conhece o próprio estado. Os números absolutos e a parcela da população divergem muito — os países com mais portadores e os de maior prevalência quase não coincidem.

Importante: Estimativa, e não registro. O UNAIDS acompanha cada valor com um intervalo de incerteza, às vezes amplo; aqui foi tomada a estimativa central.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.