Pessoas que vivem com HIV — todos os países

Pessoas que vivem com HIV — Guiné-Bissau

Pessoas que vivem com HIV na Guiné-Bissau em 2024 — 34.000 pess.. Posição 81 no mundo, de um total de 145. Desde 2000, o indicador aumentou 30,8%.

2024 34.000 pess. +0% vs 2023
Posição no mundo 81de 145
Máximo do período 38.000 pess.2009
Mínimo do período 26.000 pess.2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · pessoas

Pessoas que vivem com HIV — Guiné-Bissau, 2000–202425.00030.00035.00040.0002000200320062009201220152018202120242000: 26.000 pess.2001: 29.000 pess.2002: 32.000 pess.2003: 34.000 pess.2004: 35.000 pess.2005: 36.000 pess.2006: 36.000 pess.2007: 37.000 pess.2008: 37.000 pess.2009: 38.000 pess.2010: 38.000 pess.2011: 38.000 pess.2012: 38.000 pess.2013: 38.000 pess.2014: 37.000 pess.2015: 37.000 pess.2016: 37.000 pess.2017: 36.000 pess.2018: 36.000 pess.2019: 35.000 pess.2020: 35.000 pess.2021: 35.000 pess.2022: 35.000 pess.2023: 34.000 pess.2024: 34.000 pess.
Variação no período: +8.000 (+30,77%) Taxa média anual: 1,12 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 34.000 pess.
Mundo calculado 35,23 mi pess.
África Subsaariana calculado 26,29 mi pess.
África Ocidental calculado 3,51 mi pess.
Países de renda baixa calculado 7,74 mi pess.
Pessoas que vivem com HIV — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano pess. Variação Variação, %
2024 34.000 +0 +0%
2023 34.000 −1.000 −2,86%
2022 35.000 +0 +0%
2021 35.000 +0 +0%
2020 35.000 +0 +0%
2019 35.000 −1.000 −2,78%
2018 36.000 +0 +0%
2017 36.000 −1.000 −2,7%
2016 37.000 +0 +0%
2015 37.000 +0 +0%
2014 37.000 −1.000 −2,63%
2013 38.000 +0 +0%
2012 38.000 +0 +0%
2011 38.000 +0 +0%
2010 38.000 +0 +0%
2009 38.000 +1.000 +2,7%
2008 37.000 +0 +0%
2007 37.000 +1.000 +2,78%
2006 36.000 +0 +0%
2005 36.000 +1.000 +2,86%
2004 35.000 +1.000 +2,94%
2003 34.000 +2.000 +6,25%
2002 32.000 +3.000 +10,34%
2001 29.000 +3.000 +11,54%
2000 26.000

Sobre o indicador

Número estimado de pessoas de todas as idades que vivem com HIV ao fim do ano. A estimativa é construída pelo UNAIDS a partir de dados de vigilância sentinela, inquéritos de população e registros de tratamento, por isso não é o número de casos detectados, mas o número calculado de portadores: parte deles não conhece o próprio estado. Os números absolutos e a parcela da população divergem muito — os países com mais portadores e os de maior prevalência quase não coincidem.

Importante: Estimativa, e não registro. O UNAIDS acompanha cada valor com um intervalo de incerteza, às vezes amplo; aqui foi tomada a estimativa central.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.