Pessoas que vivem com HIV — todos os países

Pessoas que vivem com HIV — Colômbia

Pessoas que vivem com HIV na Colômbia em 2024 — 230.000 pess.. Posição 119 no mundo, de um total de 145. Desde 2000, o indicador aumentou 130%.

2024 230.000 pess. +0% vs 2023
Posição no mundo 119de 145
Máximo do período 230.000 pess.2023
Mínimo do período 100.000 pess.2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · pessoas

Pessoas que vivem com HIV — Colômbia, 2000–2024100.000150.000200.000250.0002000200320062009201220152018202120242000: 100.000 pess.2001: 110.000 pess.2002: 110.000 pess.2003: 120.000 pess.2004: 120.000 pess.2005: 130.000 pess.2006: 130.000 pess.2007: 130.000 pess.2008: 140.000 pess.2009: 140.000 pess.2010: 140.000 pess.2011: 140.000 pess.2012: 150.000 pess.2013: 150.000 pess.2014: 160.000 pess.2015: 160.000 pess.2016: 170.000 pess.2017: 170.000 pess.2018: 180.000 pess.2019: 190.000 pess.2020: 200.000 pess.2021: 210.000 pess.2022: 220.000 pess.2023: 230.000 pess.2024: 230.000 pess.
Variação no período: +130.000 (+130%) Taxa média anual: 3,53 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Colômbia

Colômbia 230.000 pess.
Mundo calculado 35,23 mi pess.
América do Sul calculado 1,93 mi pess.
Países de renda média-alta calculado 12,1 mi pess.
Pessoas que vivem com HIV — Colômbia, por ano Colômbia Todos os países CSV XLSX
Ano pess. Variação Variação, %
2024 230.000 +0 +0%
2023 230.000 +10.000 +4,55%
2022 220.000 +10.000 +4,76%
2021 210.000 +10.000 +5%
2020 200.000 +10.000 +5,26%
2019 190.000 +10.000 +5,56%
2018 180.000 +10.000 +5,88%
2017 170.000 +0 +0%
2016 170.000 +10.000 +6,25%
2015 160.000 +0 +0%
2014 160.000 +10.000 +6,67%
2013 150.000 +0 +0%
2012 150.000 +10.000 +7,14%
2011 140.000 +0 +0%
2010 140.000 +0 +0%
2009 140.000 +0 +0%
2008 140.000 +10.000 +7,69%
2007 130.000 +0 +0%
2006 130.000 +0 +0%
2005 130.000 +10.000 +8,33%
2004 120.000 +0 +0%
2003 120.000 +10.000 +9,09%
2002 110.000 +0 +0%
2001 110.000 +10.000 +10%
2000 100.000

Sobre o indicador

Número estimado de pessoas de todas as idades que vivem com HIV ao fim do ano. A estimativa é construída pelo UNAIDS a partir de dados de vigilância sentinela, inquéritos de população e registros de tratamento, por isso não é o número de casos detectados, mas o número calculado de portadores: parte deles não conhece o próprio estado. Os números absolutos e a parcela da população divergem muito — os países com mais portadores e os de maior prevalência quase não coincidem.

Importante: Estimativa, e não registro. O UNAIDS acompanha cada valor com um intervalo de incerteza, às vezes amplo; aqui foi tomada a estimativa central.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.